Arquivo mensal setembro 2017

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Envie seu artigo para publicação: Chamada para submissão de artigos científicos e eventos nacionais e internacionais

Revista Brasileira de Estudos da Presença (A1)
Dossiê Temático: Corpo, imagem, educação
Data limite para submissões: 31 de agosto de 2017
Informações: www.seer.ufrgs. br/presenca

Revista Contemporânea de Educação (A2)
Dossiê Temático: Educação Infantil: 20 Anos da Primeira etapa da Educação Básica
Dossiê Temático: Educação das Relações Étnico-Raciais e educação em comunidades remanescentes de Quilombos.
Informações: https://revistas. ufrj.br/index.php/rce/index

Revista EccoS (A2)
Dossiê Temático: “Políticas De Educação Superior”
Data limite para submissões: 30 de setembro de 2017
Informações: http://www4. uninove.br/ojs/index.php/ eccos/about/editorialPolicies# custom0

Revista Inter-Ação (B1)
Dossiê Temático: Gênero na Educação: impasses de uma categoria em disputa
Data limite para submissões: 25 de agosto de 2017
Informações: https://www. revistas.ufg.br/interacao/ index

Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação (B1)
Dossiê Temático: “A atualidade da pedagogia Freinet”
Informações: http://seer. fclar.unesp.br/iberoamericana

Revista Retratos da Escola (B1)
Dossiê Temático: Processos de Privatização na Educação Básica
Data limite para submissões: 30 de setembro de 2017
Informações: http://www. esforce.org.br/index.php/ semestral

Revista de Educação, Ciência e Cultura (B1)
Dossiê Temático: Educação Matemática: Pesquisas E Tendências Contemporâneas
Data limite para submissões: 02 de outubro de 2017
Informações: http://revistas. unilasalle.edu.br/index.php/ Educacao/index)

Contrapontos (B1)
Período para envio do texto
Volume e número no qual será publicado em caso de aprovação
Até 10 de outubro de 2017
Volume 18 – número 1
De 11 de outubro de 2017 a 10 de janeiro de 2018
Volume 18 – número 2
De 11 de janeiro a 10 de abril de 2018
Volume 18 – número 3
De 11 de abril a 10 de julho de 2018
Volume 18 – número 4

Revista Pedagógica da Unochapecó (B2)
Dossiê Temático: As consequências do “Golpe de Estado” para as práticas e políticas educacionais brasileiras.
Data limite para submissões: 30 de setembro de 2017
Informações: www.unochapeco. edu.br/revistas

Revista Textura-Ulbra (B2)
Dossiê Temático: Análise de relações intergovernamentais ou entre instâncias administrativas em políticas públicas de educação
Dossiê organizado pelas professoras Nalú Farenzena (UFRGS) e Calinca Pergher (IFRS)

Dossiê Temático: A literatura infanto-juvenil digital: apps, leitores e educação literária
Dossiê organizado pelas professoras Neuls Real e Cristina Correro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Data limite para submissões: 31 de outubro de 2017
Informações: http://www. periodicos.ulbra.br/index.php/ txra

Revista Espaço do Currículo (B2)
Proposições para sessões especiais
Data limite para submissões: 15 de outubro de 2017
Informações:http://periodicos. ufpb.br/index.php/rec/pages/ view/Editais

Revista de Ciências Humanas (B3)
V. 19 – N. 31
Dossiê Temático: “Políticas públicas de educação e gênero: a educação como instrumento de inclusão da mulher na sociedade”
Data limite para submissões:15 de agosto de 2017
Informações: http://revistas. fw.uri.br/index.php/ revistadech/index

Revista Educação e Emancipação (B3)
Dossiê Temático: Gênero, Educação e Emancipação
Data limite para submissões 20 de agosto de 2017.
Informações: http://www. periodicoseletronicos.ufma.br/ index.php/reducacaoemancipacao

Movimento – UFF (B4)
Dossiê Temático: Paulo Freire: novas leituras
Data limite para submissões: 15 de agosto de 2017
Informações: http://www. revistas.uneb.br/index.php/ rbpab/

Revista Escrita da História – REH (Qualis B4)
Dossiê Temático: “Revoluções e movimento operário no século XX”
Data limite para submissões: 15 de agosto de 2017
Informações: www. escritadahistoria.com

Prova Brasil (2017) será aplicada em Outubro e Novembro. Como estão os alunos da sua escola e de seu município?

Prova Brasil (2017) será aplicada em Outubro e Novembro. Como estão os alunos da sua escola e de seu município?

A Prova Brasil, que pela primeira vez vai englobar os alunos do ensino médio da rede privada, será aplicada entre os dias 23 de outubro e 3 de novembro nas escolas brasileiras seguindo algumas regras.

A Prova Brasil avalia os conhecimentos dos alunos em matemática e língua portuguesa. O resultado do desempenho é um dos elementos que compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), calculado por escola, por município e por estado.

Nesta edição a prova será aplicada seguindo as seguintes regras:

– escolas públicas localizadas em zonas urbanas e rurais que tenham dez ou mais alunos matriculados em cada uma das etapas de 5º e 9º anos (4ª e 8ª séries) do ensino fundamental;

– escolas públicas localizadas em zonas urbanas e rurais que tenham pelo menos dez alunos matriculados em cada uma das etapas de 3ª ou 4ª série do ensino médio, quando essa última for a série de conclusão do ensino médio;

– uma amostra de escolas privadas localizadas em zonas urbanas e rurais que tenham pelo menos 10 alunos matriculados em cada uma das etapas de 5º e 9º anos (4ª e 8ª séries) do ensino fundamental e de 3ª ou 4ª séries do ensino médio, quando essa última for a série de conclusão do ensino médio, distribuídas nas 27 unidades da Federação;

– mediante adesão, escolas privadas localizadas em zonas urbanas e rurais que tenham pelo menos dez alunos matriculados na 3ª série ou na 4ª série do ensino médio, quando essa última for a série de conclusão do ensino médio.

Sistema nacional de avaliação

A Prova Brasil é um dos dois elementos que compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb): o cálculo do Ideb é feito usando os resultados da prova e informações sobre a aprovação ou repetência dos estudantes.

Essa prova faz parte da Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), uma das três avaliações que integram o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

Até hoje, porém, apenas as edições da Prova Brasil do ensino fundamental eram aplicadas de forma censitária, ou seja, para todos os estudantes do 5º e do 9º ano do fundamental.

Como resultado, no Saeb 2015, 3.986.190 estudantes participaram da prova: 2.071.581 do 5º ano do fundamental, 1.842.034 do 9º ano do fundamental, e apenas 72.575 estudantes do 3º ano do ensino médio.

Além disso, 38.155 escolas públicas tiveram os dados divulgados para o 5º ano do fundamental, e 29.620 escolas públicas receberam os resultados para o 9º ano.

Já no ensino médio, os resultados foram divugados apenas em nível estadual e nacional.

Com a mudança, o Inep estima que 2,4 milhões de estudantes do 3º ano do ensino médio, tanto de escolas públicas quanto privadas, participem da Prova Brasil.

No total, o governo prevê que cerca de 7,5 milhões de estudantes façam as provas.

Fonte: Ministério da Educação

Tendências Pedagógicas: questões presentes nos concursos educacionais

Conhecimento Pedagógico para Concurso para Professor e Coordenador Pedagógico

Tendências Pedagógicas

Prezados amigos, estes dois livros “Escola e Democracia e Pedagogia Histórico-Crítica”, são fundamentais para estudo de quem deseja passar nas seleções para professor e coordenador pedagógico, e são sempre citados nas provas dos concursos educacionais.

Segue aqui, um breve resumo das obras“Escola e Democracia” e “Pedagogia Histórico-Crítica”, onde Demerval Saviani, pretende investigar , de maneira clara e objetiva, como o autor analisa a intervenção das diferentes teorias pedagógicas na questão da marginalidade, retratar um de seus principais objetivos, que é o de “sacudir” a máquina político-educacional, balançando as Curvaturas das Varas em busca de seu equilíbrio ideal e compreender a Pedagogia Histórico-Crítica proposta.

Estas obras nos remete a uma reflexão ampla, sobre a questão da educação, nos ajudando a identificar as causas da marginalidade, a relação escola-sociedade e também o papel do professor, bem como o conteúdo aplicado na Pedagogia Tradicional, Nova, Tecnicista, que são os principais enfoques do autor.

No decorrer da elaboração deste trabalho, foi possível observar que, ao apresentar suas teses, o autor convence seus leitores através de uma exposição precisa de seus argumentos, fazendo com que estes sintam-se intrigados e ao mesmo tempo motivados a remontar uma visão crítica que busque uma educação que consiga compartilhar com os aspectos políticos-sociais altamente complexos.

DESENVOLVIMENTO

“As diferentes teorias pedagógicas versus a questão da marginalidade”

Saviani inicia seu livro “Escola e Democracia”, levantando questões de dois grupos antagônicos. O primeiro grupo é o das Teorias não-críticas, classificadas como a pedagogia tradicional, a pedagogia nova e a pedagogia tecnicista. Este grupo entende que a educação é capaz de erradicar a marginalidade de nossa sociedade, sendo esta última, considerada aqui como harmoniosa.

A marginalidade é um desvio, um fenômeno individual que deve ser corrigido, portanto, a educação serve como um instrumento de correção de desvios, tendo, ao mesmo tempo, uma margem de autonomia com relação à sociedade.

No segundo grupo, que é o das Teorias crítico-reprodutivistas, subdivididas em Teoria do Sistema de Ensino como Violência Simbólica, Teoria da Escola como Aparelho Ideológico de Estado (AIE) e Teoria da Escola Dualista.

Neste caso, de maneira oposta, a educação aparece como fator agravante, através da discriminação e responsável pela marginalidade, onde esta é inerente à estrutura da sociedade, da qual a educação é dependente.

Aqui, a escola reforça e legitima a marginalização social através da marginalização cultural. Saviani frisa que estes grupos de teorias explicam a marginalização na forma da relação entre educação e sociedade.

“O significado da metáfora Teoria da Curvatura da Vara”

Com base nesta metáfora, Saviani justifica um processo de tentativa de ajustes da educação: “quando a vara está torta, ela fica curva de um lado e se você quiser endireitá-la, não basta colocá-la na posição correta. É preciso curvá-la para o lado oposto”.

Esta metáfora foi enunciada por Lênin (Althusser, 1977, pp. 136-138).

Neste mesmo momento, afirma Saviani que “quando mais se falou em democracia no interior da escola, menos democrática foi a escola; e de como, quando menos se falou em democracia, mais a escola esteve articulada com a construção de uma ordem democrática. Saviani parece que puxa propositadamente a vara para o lado oposto, na esperança desta vir para o centro, que não é nem a Escola Tradicional , nem a Escola Nova, mas sim no da valorização dos conteúdos, que remetem a uma pedagogia revolucionária.

“Uma teoria pedagógica mais satisfatória para as classes populares”

Partindo-se da crítica à pedagogia tradicional, Saviani defende uma pedagogia ativa, centralizada na troca de conhecimentos e na iniciativa dos alunos. Com as propostas do escolanovismo (métodos sofisticados, escolas bem equipadas, etc), seria válido adaptá-las às camadas populares, nas quais são maiores as dificuldades de aprendizagem.

O povo busca o acesso às escolas, ao contrário dos que já se beneficiaram dela. A escola será valorizada a partir de uma pedagogia articulada com os interesses do povo.

Nessa escola para o povo, os métodos ultrapassariam os métodos tradicionais e novos. Levariam em conta os interesses dos alunos em primeiro lugar, porém sem abrir mão da iniciativa do professor. Tais métodos não seriam ecléticos, mas sim manteriam continuamente presente a vinculação entre educação e sociedade, onde o ponto de partida do ensino seria a prática social, fazendo-se necessário transformar as relações de produção que impedem a construção de uma sociedade igualitária.

“A especificidade da escola”

A especificidade da escola toma corpo ao longo da História, quando as relações sociais passaram a prevalecer sobre as naturais, ou seja, com o próprio surgimento da escola, enfatizando, assim, o mundo da cultura, o mundo produzido pelo homem.

A escola toma conta de um conhecimento elaborado. A própria institucionalização do pedagógico através da escola é um sinal da especificidade da educação. A dimensão pedagógica pode ser detectada numa situação privilegiada, pois esta existe no interior da prática social global.

Assim sendo, a escola é uma instituição cujo papel consiste na socialização do saber sistematizado.

“A pedagogia histórico-crítica proposta”

A teoria pedagógica histórico-crítica foi criada por Saviani partindo do pressuposto de que é viável, mesmo numa sociedade capitalista, uma educação que não seja, necessariamente, reprodutora da situação vigente, e sim adequada aos interesses da maioria, aos interesses daquele grande contingente da sociedade brasileira, explorado pela classe dominante.

Segundo Saviani, a Pedagogia Histórico-Crítica, embora consciente da determinação exercida pela sociedade sobre a educação, fato que a torna crítica, acredita que a educação também interfere sobre a sociedade, podendo contribuir para a sua própria transformação, fato que a torna histórica.

Saviani chega a dizer que Pedagogia Histórico-Crítica e dialética são sinônimos e que só não usa o termo “dialético” porque, de um lado, há muito simplório que não sabe o que “dialético” quer dizer, pensando que dialético é a mesma coisa que dialógico e, de outro, há muito iluminado que pensa que já sabe o que dialético quer dizer, e, portanto, não pergunta, assim impedindo que se explique .

É preciso registrar que esta teoria, como até aqui descrita, não só pouco tem de inovador, como menos tem ainda de revolucionário. O que Saviani definiu como Pedagogia Histórico-Crítica, até aqui, poderia ser entendida da seguinte maneira: uma teoria pedagógica, para ser histórico-crítica, precisa reconhecer que a educação é determinada socialmente mas também admitir que ela pode transformar as condições sociais .

“As teses sobre educação e política propostas”

O autor propõe onze teses sobre educação e política, nas quais explica que educação e política são fenômenos diferentes entre si, ao mesmo tempo em que são inseparáveis.

Nelas , seu principal argumento resume-se em caracterizar a prática política e educativa, bem como suas especificidades, não deixando de ressaltar a existência da sociedade de classes.

CONCLUSÃO

Como o observado, educação e política são práticas distintas e convém não confundí-las, o que poderia resultar em um politicismo pedagógico ou em um pedagogismo político, o que acabaria numa escola a serviço de um grupo burguês.

Porém, isto não resulta na exclusão da política como prática independente, pois são inseparáveis e mantém forte relação. Entretando, como tratar destas coisas tão diferentes? Vê-se que a dimensão pedagógica na política envolve a articulação, visando o combate aos antagônicos, o mesmo acontecendo na dimensão política na educação, com apropriação de instrumentos culturais aplicados na luta contra o antagonismo.

A partir do que foi exposto, podemos concluir que o autor está certo quando diz, indiretamente, que política e educação são faces opostas da mesma moeda: a prática social.

Apesar de uma certa subordinação da educação à política, podemos definir a educação como uma prática idealista e a política como uma prática realista, mas que podem coexistir pacificamente, respeitadas as diferenças.

Portanto, para que a escola seja um local de democratização, de discussão, participação social e de cidadania, devemos exercer nossa consciência crítica, mesmo que em passos lentos e repletos de obstáculos, para que esta não se torne uma encubadora de atitudes e desejos dos educandos.

BIBLIOGRAFIA:

SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia. 34. ed. rev. Campinas, Autores Associados, 2001. (Col. Polêmicas do Nosso Tempo; vol. 5). 94 p.
SAVIANI, Demerval. Pedagogia Histórico-Crítica: Primeiras Aproximações. 7.ed. Campinas, Autores Associados, 2000. (Col. Polêmicas do Nosso Tempo; vol. 40).

Programação da FLICA:

Programação da FLICA: De 05 a 08 de Outubro de 2017

A Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) é um festival literário que acontece anualmente no mês de outubro na cidade histórica de Cachoeira, situada no Recôncavo baiano.

PROGRAMAÇÃO DIA 05 DE OUTUBRO (QUINTA)

 

15:00h às 16:30h

Mesa 01 | Os reflexos do passado ancestral em nossa pele

Autor(a): Carlos Moore

Mediador(a): Jorge Portugal

Dois nomes com trajetórias gigantescas numa mesa de abertura. Duas referências sempre consultadas, não importa a direção que se tome,…

 

19:00h às 20:30h

Mesa 02 | Penso, falo, canto e sou sua liberdade, Cachoeira

Autor(a): Professor Carneirinho e Walter Fraga e Tamires Costa

Mediador(a): Jomar Lima

Compreender a real dimensão histórica de Cachoeira e do Recôncavo Baiano; homenagear a cidade que sempre recebeu de forma acolhedora…

 

PROGRAMAÇÃO DIA 06 DE OUTUBRO (SEXTA)

 

10:00h às 11:30h

Mesa 03 | Memória, obsessões e outras matérias-primas da ficção

Autor(a): Maria Valéria Rezende e Franklin Carvalho

Mediador(a): Milena Britto

O mundo interior dos escritores permanece insondável até o instante em que eles despontam. Ou então são descobertos após o…

 

15:00h às 16:30h

Mesa 04 | Intervenções, agitações e desvarios

Autor(a): Ricardo Lísias e Daniela Galdino

Mediador(a): Wesley Correia

Escritores trazem em si uma centelha de insanidade. São artífices da palavra que se recusam a cair nas armadilhas da…

19:00h às 20:30h

Mesa 05 | A poesia em suas infinitas estações

Autor(a): Ruy Espinheira Filho

Mediador(a): Mônica Menezes

Desde 2014, a Flica presta deferência a autoras e autores vivos das primeiras gerações e em plena atividade criativa. Este…

 

PROGRAMAÇÃO DIA 07 DE OUTUBRO (SÁBADO)

 

10:00h às 11:30h

Mesa 06 | Entre a ficção e a notícia: limites, contrapontos e narrativas possíveis

 

Autor(a): Francisco José e Ricardo Ishmael

Mediador(a): Zulu Araújo

Jornalistas com alma de escritores que ultrapassam as fronteiras de suas pautas diárias e nos revelam novos ângulos de histórias…

 

14:00h às 15:30h

Mesa 7 | Verbos implacáveis, surtos criativos, angústias favoritas

Autor(a): Jout Jout

Mediador(a): Tia Má

Provocações cotidianas compartilhadas nas redes sociais e que repercutem, polemizam e mobilizam seus seguidores que já ultrapassam a casa do…

17:00h às 18:30h

Mesa 08 | Escrita de resistência contra os que desejam sufocar a nossa voz

Autor(a): Minna Salami e Cidinha da Silva

Mediador(a): Denise Carrascosa

Falas contundentes que influenciam e conduzem a debates sobre a condição da mulher e do negro na sociedade do nosso…

 

20:00h às 21:30h

Mesa 09 | A máxima potência que habita as palavras

Autor(a): Paulina Chiziane e Elisa Lucinda

Mediador(a): Lívia Natália

O verbo é a vibração de todas as coisas, a quintessência que envolve a alma de quem escreve. Saber manejar…

 

PROGRAMAÇÃO DIA 08 DE OUTUBRO (DOMINGO)

 

10:00h às 11:30h

Mesa 10 | A imperdoável capacidade humana de apagar seus antepassados

Autor(a): Daniel Munduruku e Eliane Potiguara

Mediador(a): Suzane Lima Costa

Há muitas razões para que esta mesa inédita pousasse no coração do Recôncavo Baiano nesse claro instante. Porque, ainda hoje,…