Arquivo mensal março 2017

Projeto de Pesquisa Aprovado:

Projeto de Pesquisa Aprovado: no Mestrado da UNEB

Este foi o meu Projeto de Pesquisa que passei na segunda fase do Mestrado em Educação na UNEB em 2009. Devido a estrutura do Blog, a formatação saiu das regras da ABNT. Pode utilizar da forma que desejar.

Leia também esta postagens que elaborei:  Orientações para Ingressar no Mestrado .

Em 2012 fui aprovado no Mestrado em Educação como aluno regular e a minha pesquisa, resultou neste livro.

TITULO:

SABERES RECONTEXTUALIZADOS E RESSIGNIFICADOS NA AUTO-FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DOCENTE: A BUSCA PELA QUALIFICAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE

O Livro Docência nas águas: Diversidade Cultural, Maritimidade e Travessias na Ilha de Itaparica. O Livro é uma obra, que discute como ocorre a docência em meio a maritimidade e a diversidade cultural que circunda a Ilha de Itaparica. O livro apresenta também um breve recorte histórico da Ilha de Itaparica, do Município de Vera Cruz, e da trajetória do autor como “docente das águas”, termo que o mesmo utiliza ao referir-se ao desenvolvimento da docência no contexto da Maritimidade. Inspirado pelo romance Mar Morto de Jorge Amado, nas histórias de Guma, Lívia e da professora Dulce, personagens de Jorge Amado, o autor apresenta a cultura das águas de forma singular e poética através das narrativas de oito docentes que colaboraram na pesquisa.

 

 

O mar, a ilha, a docência e a escola vão se implicando e produzindo um cenário único e diverso, onde o fazer a educação se produz e traduz na ilha e no mar. A escola da ilha, desvela este lugar da maritimidade, das práticas sociais, culturais e simbólicas produzidas pelos sujeitos na relação com o mar. Assim, o mar flui no ensino, nas brincadeiras, no dia-a-dia dos alunos e alunas.
Acesse o Livro no site para compra-lo:  Click Aqui !

 

1. JUSTIFICATIVA

A formação continuada dos profissionais da educação é o mecanismo primordial no qual, são desencadeadas mudanças significativas na práxis educativa. Através dela, muitos docentes podem não apenas discutir temas e solucionar problemáticas, que implicam diretamente em sua atuação/formação, mas ressignificar suas concepções sobre a educação como um todo. Analisar e pesquisar sobre esta temática possibilita uma reflexão sobre quais saberes estão sendo incorporados pelos docentes através dos diversos cursos de formação, e como eles têm interferido na formação dos educadores.

Verifica-se que durante os últimos anos, muitos profissionais docentes têm optado pela qualificação e formação profissional, na tentativa de acompanhar o que prevê a Lei de Diretrizes e Basesda Educação, número 9394/96, sobre a formação profissional. Assegurado pela lei, os educadores têm caminhado na busca pela própria formação, fazendo cursos de pós-graduação, participando de palestras e entre outros. Mas, de que forma isto resulta em mudança?

No entanto, a formação continuada profissional não se faz antes da mudança de postura do docente, pois cada educador deve ser responsável por sua ação educativa, e esta mudança ocorre aos poucos, justamente durante o processo de reflexão dos saberes que vão sendo recontextualizados: o profissional da educação deve estar preparado para admitir que não domina todas as informações e saberes, que necessita de informação, de orientação, de aprender a aprender.

Esta postura, por si só, já é suficientemente instigadora e desafiadora para alavancar uma formação continuada que possibilite de fato, uma reflexão da prática com efeitos direto no exercício da ação docente. Compreende-se que tais mudanças não ocorrem somente pela incorporação de novos paradigmas de comportamentos da sociedade, mas é necessário, sobretudo, investigar suas motivações.

2. PROBLEMATIZAÇÃO

A formação continuada realizada de forma individualizada pelos profissionais, que buscam a auto-formação, fazendo cursos, oficinas, palestras dentre outras possibilidades, tem contribuído para aquisição de suporte teórico e prático para o desenvolvimento de habilidades e competências da profissão docente, proporcionando a ressignificação e a recontextualização das práticas e dos saberes destes profissionais para atuação como docentes na contemporaneidade?

3. OBJETIVO GERAL

Pesquisar e refletir sobre as múltiplas linguagens que constituem o universo da auto-formação continuada dos profissionais da educação, possibilitando conhecimentos teóricos e práticos dos principais cursos feitos pelos profissionais docentes, analisando os discursos que permeiam a construção da identidade do profissional.

3.1 Objetivos Específicos:
• Pesquisar sobre a relação teoria e prática voltadas para o fazer pedagógico na formação continuada de professores.
• Pesquisar e analisar a co-relação entre a auto-formação continuada e o discursos dos profissionais em relação à estas formações, buscando identificar os saberes ressignificados e resontextualizados.
• Entrevistar os profissionais da educação, analisando a importância dos cursos de formação continuada através dos discursos valorizando a historicidade profissional.

4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Compreende-se a formação continuada do profissional docente, como o processo de formar em serviços os educadores, é o espaço de reflexão simultânea entre o que estou fazendo e como posso fazer esta mesma ação de uma forma melhor. A formação continuada é um ambiente onde os saberes e práticas vão sendo ressiginificados, reconstextualizados, e constituir-se um espaço de produção de novos conhecimentos, de troca de diferentes saberes, de repensar e refazer a prática do professor, da construção de novas competências docente.

A formação do professor precisa ser redimencionada, ou a escola corre o risco de entrar em um processo de esvaziamento de sua função social. O professor que antes não sentia necessidade de refletir sobre si mesmo – sobre seu saber, seu fazer e seu saber-fazer – agora precisa não só dessa reflexão, mas dessa reflexão no espaço coletivo. O professor que sai da sua formação inicial “pronto” para exercer sua função agora precisa cada vez mais do conhecimento. (LIMA, 2008, p 137)

VEIGA (2008) preconiza a necessidade da formação do educador, e salienta que é preciso compreender o papel da docência, propiciando uma profundidade cientifico – pedagógica que capacite o educador a enfrentar questões fundamentais da escola como instituição social, uma prática social que deve ser baseada na reflexão e crítica, que torna-se o centro de uma formação continuada que resultara em um aprendizagem significativa.

Outra característica básica da docência está ligada à inovação quando rompe com a forma conservadora de ensinar, aprender, pesquisar e avaliar, reconfigura saberes procurando superar as dicotomias entre conhecimento cientifico e senso comum, ciência e cultura, educação e trabalho, teoria e prática e etc. ( VEIGA, 2008, p 14)

Para NÓVOA (1997)

a formação de professores não se constrói por acumulação (de cursos, de conhecimentos ou de técnicas) mas, sim através de um trabalho de reflexividade crítica sobre as práticas de re(construção) permanente de uma identidade pessoal. Por isso é tão importante investir na pessoa e dar um estatuto ao saber da experiência” (NÓVOA 1997 p. 25)

PIMENTA (2005) afirma que o saber docente não é formado apenas da prática, sendo também nutrido pelas teorias da educação, pois dota os sujeitos de variados pontos de vista para uma ação contextualizada, e recontextualizada oferecendo perspectivas de análise para que os professores compreendam os diversos contextos vivenciados por eles no exercício da profissão.

O desejo de ser um profissional cada vez, mas competente, e a própria dinâmica do mercado de trabalho, levou o educador a buscar a sua própria formação. A auto-formação é um passo importante para qualquer profissional, onde o próprio docente busca sua qualificação, remete-se a aprender e a estudar para poder exercer melhor a pratica educativa. Nesta fase ocorre o período de transição entre o modelo aprendido e as receitas mais pragmáticas que envolvem o ambiente profissional:

O profissional mede a distância entre o que imaginava e o que está vivenciando, sem saber ainda que este desvio é normal, não tem relação com sua incompetência, nem com sua fragilidade pessoal, mas que está ligada à diferença que há entre a prática autônoma e tudo o que já conhecia. (PERRENOUD, 2002, p.18-19)

PERRENOUD (2002) salienta que para formar um profissional reflexivo é preciso acima de tudo formar um profissional capaz de dominar sua própria evolução, construindo competências e saberes mais ou menos profundos a partir de suas aquisições e de suas experiências. Nesta perspectiva de proporcionar o desenvolvimento de competências reflexivas, de ressignificação dos discursos e dos sabres, a auto- formação continuada apresenta-se como sendo uma condição imprescindível para o desenvolvimento da retextualização dos saberes adquiridos durante a formação inicial, mas também representa-se como um espaço de construção e reconstrução de novos conhecimentos e práticas pedagógicas, implicando em alterações na organização , nos conteúdos, nas estratégias, recursos, refletindo-se positivamente nas relações sociais estabelecidas entre equipes pedagógicas, docentes e alunos.

Os saberes profissionais são, pois, saberes da ação. Essa hipótese reforça a idéia de que os saberes profissionais são trabalhados e reconfigurados no contexto do próprio trabalho. Ou seja, é sobre as situações dilemáticas ou de conflitos que se remodelam os saberes com vistas ás respostas impostas no cotidiano.( D´ÁVILA, SONNEVILLE , 2008, p 23).

O docente em busca de uma formação e de novos saberes para a sua profissão, busca conhecer novas teorias, e este processo faz parte da construção profissional, mas não bastam, se estas não possibilitam ao professor relacioná-las com seu conhecimento prático construído no seu dia-a-dia, e possibilite uma reflexão da prática educativa (NÓVOA, 2002; PERRENOUD, 2000). Não faz mais sentido o profissional pensar que, ao terminar sua formação escolar, estará acabado e pronto para atuar na sua profissão. No processo de formação vivenciamos e trocamos experiências que vão colaborar para a nossa mediação na educação, como enfatiza FREIRE
Não posso entender os homens e as mulheres, a não ser mais do que simplesmente vivendo, histórico, cultural e socialmente existindo como seres fazedores dos seu caminho que, ao fazê-lo, se expõem ou se entregam aos ´caminhos` que estão fazendo e que assim os refazem também”. (FREIRE, 1999, p. 97)

O momento histórico e social, como são entendidos os conceitos de escola e de ensinar e aprender, dita as concepções dos professores e devem ser considerados para entendermos a Formação Continuada. TARDIF (2002) defende que o saber não se reduz, exclusiva ou principalmente, a processos mentais, cujo suporte é a atividade cognitiva dos indivíduos, mas é também um saber social que se manifesta nas relações complexas entre professores e alunos. Há que “situar o saber do professor na interface entre o individual e o social, entre o ator e o sistema, a fim de captar a sua natureza social e individual como um todo” (TARDIF, 2002, p.16).

5. METODOLOGIA

O projeto será desenvolvido na Ilha de Itaparica, especificamente com docentes da Rede Municipal de Educação de Vera Cruz-BA, em 5 escolas do ensino fundamental, com 20 professores. Para esta pesquisa optou-se por realizar um estudo de caso qualitativo, que consistirá no levantamento de informações e estudo a respeito da auto-formação continuada dos profissionais da educação na Rede Municipal de Vera Cruz.

Serão observados aspectos referentes aos cursos de formação e os discursos e os saberes contextualizados nestes cursos, tomando como base a importância e necessidade destas formações. As fontes de coletas de dados utilizadas serão: entrevista; questionário fechados; visitação; história de vida; notas de campo; pesquisa bibliográfica.

Por pesquisa bibliográfica entende-se um apanhado geral sobre os principais trabalhos realizados, capazes de fornecer dados atuais e relevantes relacionados ao tema. Nesta pesquisa serão consultados autores com reconhecida contribuição no que se refere à temática da pesquisa, tais como COSTA, FREIRE, NÓVOA, PERRENOUD, PIMENTA, DEMO dentre outros.

Para a coleta de dados serão utilizadas as técnicas de entrevista, visitação e observação. A entrevista e a visitação, utilizadas como técnicas para coleta de dados, ao mesmo tempo em que valorizam a presença do investigador, também dão espaço para que o sujeito investigado tenha liberdade de participar e enriquecer a investigação.

Após a coleta dos dados, os mesmos serão classificados de forma sistemática através de seleção (exame minucioso dos dados), codificação (técnica operacional de categorização) e tabulação (disposição dos dados de forma a verificar as inter-relações). Esta classificação possibilita maior clareza e organização na última etapa desta pesquisa, que é a elaboração do texto da dissertação.

7. REFERÊNCIAS

Alves, N. (org.) Formação de professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1992.

COSTA, Marisa C. Vorraber. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1995.
BERGER, P. L. e LÜCKMANN, T. A construção social da realidade – Tratado de sociologia do conhecimento. 12. ed. Petrópolis, RJ:Vozes, 1995.
BERMAN, M. Tudo que é Sólido Desmancha no Ar. A Aventura da Modernidade. 15 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

BEHRENS, Marilda Aparecida. Formação Continuada dos Professores e a prática pedagógica. Curitiba: Champagnat, 1996.

BRANDÃO, Carlos R (org.). O educador: vida e morte. Escritos sobre uma espécie em perigo. Rio de Janeiro, Edições Graal, 5ª Edição, 1984.

D’Ávila, Cristina ; VEIGA, Ilma Passos . Profissão docente: novos sentidos, novas perspectivas. Campinas: Papirus, 2008.

DEMO, Pedro. Desafios modernos para a educação. Brasília: IPEA, 1991.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 12 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

GALEANO, Eduardo.(Trad. Sergio Faraco). De pernas pro ar. A escola do mundo ao avesso. Porto Alegre: L&PM, 1999.

MORAIS, Regis (org.). Sala de Aula: Que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1986.

NÓVOA, A. (coord.). Os professores e a sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.

__________________. . (Org.). Vidas de professores. Porto: Editora Porto.2002.

PERRENOUD, Philippe. Práticas pedagógicas, profissão docente e formação: perspectivas sociológicas. Lisboa, Dom Quixote, 1993.

__________________. (1997) (Trad. Bruno C. Magne). Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul LTDA, 1999.

__________________. (2002) (Patrícia C. Ramos). 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul LTDA, 2000.

PIMENTA, Selma Garrido. Formação de professores: identidade e saberes da docência. In: PIMENTA (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.

MORAIS, Regis (org.). Sala de Aula: Que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1986.

SILVA, Tomáz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. 7ª imp. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude; LAHAYE, Louise. Os professores face ao saber – esboço de uma problemática do saber docente. Teoria & Educação, Porto Alegre, n. 4, 1991.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Formação de Professores: Políticas e Debates. São Paulo: Papirus, 2002.

5 Sugestões de Atividades/Dinâmicas:

5 Sugestões de Atividades/Dinâmicas para se trabalhar o Bullying na Escola


Falar de Bullying virou moda na escola,  matéria de capa das revistas e documentário das emissoras de TV, agora vamos para a prática!

Escrevi um livro sobre Bullying que acho muito bom.

O Livro ” O Diário de Davi” é um livro para crianças e adolescente . O livro O Diário de Davi: preconceito racial, homofobia e bullying na escola, é um texto literário, escrito pelo professor Silvano Sulzart. Temáticas como: homofobia, ciberbullying, preconeito racial e outras questões aparecem na trama. Davi, em uma narrativa envolvente e singela, conta suas dores e dilemas que vive na escola. A história revelará como a amizade vence o medo, e a ternura e o perdão fazem brotar esperança, sonhos e novas relaçõesm no espaço escolar. Através da leitura deste livro, você será capaz de identificar se seus filhos ou alunos estão sendo vítimas de bullying, homofobia na escola e encontrará ainda pistas de como combater o bullying, dentro e fora do espaço escolar.

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Já li muita coisa sobre Bullying estes dias. Quero propor aqui algumas atividades  para serem  realizadas em sala de aula ou com a própria escola.

É importante que se explique para os alunos o que é Bullying, acredito que a essa altura do campeonato todo mundo já saiba, mas quanto mais informação melhor. O que fazer para que todos compreendam e vejam o Bullying com outros olhares? Como desenvolver atividades pedagógicas significativas dentro da sala de aula?  Outra questão que considero importante é que falar de Bullying, discutir questões ligadas a Violência no Ambiente Escolar  não deve ser um momento isolado, ou quando  a mídia começa a focar o assunto. Bullying e Violência na Escola devem ser um tema para ser discutido o tempo todo:   com a família, com os professores e principalmente com os alunos. As atividades abaixo proporcionam a reflexão do tema de forma lúdica e inteligente.

1 – Dramatização

Utilize o teatro em sala de aula. Divida os alunos em grupos e motive os grupos a criarem uma dramatização sobre Bullying e Violência Escolar. Direcione os trabalhos para que as turmas criem duas versões, uma positiva e outra negativa. A cada apresentação, convide a turma a discutir sobre a apresentação, analisando os personagens e o contexto da dramatização.

2- Teatro de Fantoche

Utilizando os Bonecos de Fantoches, que podem ser confeccionados pela própria turma em uma aula de artes. Incentive a turma a através dos fantoches criarem histórias de BUllying. Direcione os trabalhos para que as turmas criem duas versão, uma positiva e outra negativa. A cada apresentação, convide a turma a discutir sobre a apresentação, analisando os personagens e o contexto  da apresentação.

3- Paródia

Paródia é uma imitação cômica de uma obra literária. Após falar sobre Bullying, discutir as causas, quem é a vitima, o agressor e outras questões teóricas importantes. Divida a turma em grupos, e incentive cada grupo escolher uma música e criarem uma parodia contra o Bullying. Para finalizar a atividade, poderá ser criado um concurso de paródias e coreografias contra o Bullying na própria turma ou na escola.

4- Júri Simulado

Explique a turma o que é um julgamento, como ocorre e quem compõe uma audiência de julgamento publico. Uma excelente atividade para discutir a Violência no Contexto Escolar e o Bullying. Segue a explicação da dinâmica Júri Simulado
Objetivos:
1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2- Exercitar a expressão e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso crítico:
Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas
pelo advogado de acusação.

Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar:(3, 5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.

Passos:

1-Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.

2- Orientação para os participantes.
3- Preparação para o júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9- Advogado de defesa, retoma a defesa.
10- Intervenção da testemunha de defesa.
11- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.

5- Elaborando uma Reportagem

A pauta: o roteiro da reportagem

Pensar e elaborar uma boa pauta é o começo de qualquer boa reportagem jornalística. Ela é o guia, o roteiro, o briefing que vai orientar o repórter em seu trabalho. A pauta é a solicitação, por parte do pauteiro, do trabalho que ele deseja que o repórter execute.Costumo dizer aos meus alunos que quando o trabalho de apuração da informação é feito por apenas uma pessoa, e não há as figuras do pauteiro, do repórter, do editor etc., mas todo trabalho é feito por apenas uma pessoa, ao em vez de pauta, podemos falar em um roteiro pessoal para o trabalho de reportagem.

Ao contrário do que se pensa, deve haver um cuidado muito grande na hora de preparar a pauta ou o roteiro de reportagem. Além de pensar bem o que se quer dizer no texto e a maneira como se quer falar, é preciso criatividade e estar bem informado sobre o assunto que se quer escrever.Além disso, vale lembrar que a pauta ou o roteiro não devem ser uma camisa de força. Se, por um lado, o repórter deve segui-los com precisão, por outro, em alguns momentos, deve abandonar sua rigidez e apostar na sua sensibilidade, no seu ‘faro’. Enfim, na hora de elaborar a pauta ou o roteiro da reportagem:

  1. Deixe claro, no início da pauta, a retranca, ou seja, o assunto de que deverá tratar a reportagem.
  1. Pesquise sobre o assunto: anote dados que você acha relevantes e que já estão disponíveis em algum lugar. Hoje em dia, além dos jornais, a internet e sites de busca como o Google e o Yahoo são boas fontes para essa primeira etapa do trabalho;
  1. Em seguida, aponte os elementos a serem problematizados. Esclareça para o repórter – no caso de estar elaborando uma pauta – ou para você mesmo – em se tratando de um roteiro –, o que a matéria vai acrescentar às informações já disponíveis;
  1. A seguir, indique fontes a serem ouvidas, ou seja; as pessoas que podem ser entrevistadas sobre o assunto. Sugira as possíveis perguntas a serem feitas pelo repórter e, por fim, anote nomes e, na medida do possível, e-mails e telefones das fontes. Neste ponto, lembre-se que nem sempre apenas as autoridades são ouvidas. Sugira também entrevistas com pessoas do povo, e aí nem sempre você precisa citar nomes;
  1. Se você dispuser de equipamento fotográfico, não deixe de sugerir ou roteirizar fotos e imagens que devem, junto com o texto, ilustrar o trabalho;
  1. No final, indique o número de laudas que o repórter tem para escrever. Isso é importante, pois é uma forma de garantir que não vai faltar nem sobrar texto. Uma lauda, para quem ainda não tem familiaridade com a linguagem jornalística, corresponde a um conjunto de 1400 (mil e quatrocentos) caracteres contados os espaços. Uma matéria jornalística de um tamanho razoável tem, em média, duas laudas.

Com as dicas acima, a sua pauta ou roteiro estão prontos e o seu repórter ou você estará mais habilitado a fazer o trabalho de campo: a reportagem. Veja no exemplo de pauta a seguir como podem ficar os seis tópicos de que falamos acima e depois tente elaborar a sua pauta. Sucesso!

Fontes:

http://www.escoladominical.net/forum/viewtopic.php?f=2&t=888

http://www.jornaljovem.com.br/edicao4/editorial_dicas01.php

http://revistaescola.abril.com.br/

Como elaborar um memorial acadêmico:

Como elaborar um memorial acadêmico: Dicas e Orientações

ORIENTAÇÕES PARA COMPOSIÇÃO DO MEMORIAL DESCRITIVO

O Memorial Descritivo é uma autobiografia que descreve, analisa e critica acontecimentos sobre a trajetória acadêmico-profissional e intelectual do candidato, avaliando cada etapa de sua experiência.Recomenda-se que o memorial inclua em sua estrutura seções que destaquem as informações mais significativas, como a formação, as atividades técnico-científicas e artístico-culturais, as atividades docentes, as atividades de administração, a produção científica, entre outras.O texto deve ser redigido na primeira pessoa do singular, o que permitirá ao candidato enfatizar o mérito de suas realizações.
Sugestão de Estrutura do Memorial

  1. Folha de rosto
  2. a) nome do candidato
  3. b) título (Memorial Descritivo)
  4. c) local
  5. d) ano
  6. Formação, aperfeiçoamento e atualização

Na descrição, mencionar:

  1. a) educação superior – graduação
  2. b) educação superior – pós-graduação
  3. c) estágios
  4. d) cursos de extensão
  5. e) iniciação científica e monitoria
  6. f) bolsas de estudo
  7. g) participação em congressos, simpósios, seminários e outros eventos congêneres

Deve-se inserir comentários sobre como decorrem os cursos de formação, de aperfeiçoamento e de atualização, assim como o resultado final e também os reflexos na carreira profissional, docente, científica, literária e/ou artística do candidato.

  1. Atividades docentes

As atividades docentes referem-se às funções desenvolvidas no ensino e na orientação de estudantes. Na descrição, mencionar:

  1. a) aulas e cursos ministrados (especificar em que disciplinas)
  2. b) orientações de trabalhos de alunos (Feiras de Ciências, das Profissões, entre outros eventos), trabalhos de conclusão de cursos, de estágios e/ou de bolsistas
  3. c) palestras e/ou conferências proferidas
  1. Atividades de administração

Indicar outras atividades profissionais que não se enquadrem nas modalidades anteriores:

  1. a) participação em comissões, coordenações, supervisões de trabalhos e/ou projetos
  2. b) participações em conselhos, em comitês e/ou júri de prêmios entre outros
  3. c) participações em órgãos colegiados, comitês executivos, grupos de trabalhos, entre outros
  4. d) consultorias
  5. e) funções eletivas, inclusive diretorias, conselhos de entidades (profissionais e/ou sindicais) indicando função exercida, inclusive de chefia, coordenação, direção com o respectivo tempo de mandato
  6. Títulos, homenagens e aprovações em concursos

Mencionar o ano e a distinção outorgada e o local.

  1. Produção científica, literária e artística.

Incluir trabalhos científicos, literários e/ou artísticos que tenham sido publicados, assim como trabalhos apresentados em congressos, jornadas e outros eventos similares.
Obs: Para a Formatação do texto siga as regras da ABNT

Fonte: FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA – UNIFOR


Caso deseje melhores explicações, pode solicitar via e-mail.
contatos@silvanozulzart.com.br

Tenha um tempo para você

No momento em que se sente dono de sua vida, você começa a mudar a turbulência do mundo e a transformá-la em um lugar gostoso de viver
Vitória é conseqüência de uma atitude produtiva diante da vida. Um dos maiores cientistas do mundo foi Isaac Newton. Estava sentado debaixo de uma macieira quando, de repente, uma maçã caiu em sua cabeça. Se fosse um perdedor, diria um palavrão e pensaria: “Que azar, tudo dá errado para mim!” Newton pegou a maçã e começou a analisar por que ela havia caído. Descobriu a Lei da Gravidade e mudou o mundo. Quando a maçã atingir sua cabeça, em vez de se lastimar e reclamar da vida, pergunte por que caiu e o que pode fazer com ela. 
Quando você acordar gripado, em vez de reclamar, pense que isso é um sinal que pode ensinar-lhe alguma coisa. Talvez a gripe seja um alerta do corpo para trabalhar menos, ter mais tempo para você, parar um pouco. É importante estar atento à sua tranqüilidade, à serenidade interior. O mundo está pedindo pessoas serenas.
Às vezes, no ambiente de trabalho, todos estão angustiados. Em vez de ajudar, sem primeiro esclarecer sua angústia, a resolver as angústias alheias, coloque-se no centro de sua vida e comece a se analisar até que esteja em paz. Quando isso acontecer, ajude o outro a encontrar a serenidade. Só assim poderá capacitar-se a ser líder e empreender a missão de ajudar os companheiros a encontrar a força interior.
Sei que a maioria das pessoas diz que está angustiada e tensa por causa da falta de dinheiro. Mas quantas vezes você tinha dinheiro e ficou ansioso da mesma maneira? E quantas outras estava sem dinheiro e sereno? Então é no momento em que se sente dono de sua vida que você começa a mudar a turbulência do mundo e a transformá-la em um lugar gostoso de viver.
Recarregue a bateria

Você precisa de tempo para ficar só consigo mesmo. Todos os dias, não importa a hora de acordar, de voltar do trabalho, de dormir, você necessita de um período de silêncio, sem TV, sem música, sem livro. Apenas para ouvir as batidas do coração e perceber a respiração.
Vivemos numa sociedade em que há muito barulho na rua e sons em casa o tempo todo. As pessoas correm alucinadamente atrás de vitórias e nunca param para escutar o coração. Deixe a introspecção, a meditação e a oração entrarem em sua vida. Elas são fontes que nunca secam.
Procure acordar cinco minutos mais cedo para refletir sobre sua vida e orar. Em casa, tenho um oratório. Ele me ajuda a contatar a luz e a lembrança da força divina que sempre me guiaram. Para mim, é absolutamente importante orar todos os dias, agradecer a meus antepassados e pedir bênçãos para as novas gerações.
Medite, ore. Existe um momento para agradecer o que você recebeu e o que vai receber. Um momento para estar em silêncio e ouvir a voz de sua consciência. Para pensar: “Deus é meu amigo, exatamente o melhor amigo para comemorar comigo”. Reserve algum tempo para conversar com ele.
Quando você conversa com o Deus, sente sua proteção, sua orientação. Há muitos “eus” no mundo, muitos “meus”, mas quando você se integra com a energia divina sente que nunca estará sozinho. A paz toma conta de você.
Medite sempre também. Meditar é um mergulho na própria alma. Sente-se num lugar confortável, relaxe e observe o que acontece dentro de você. Observe seus pensamentos, seus sentimentos e seus desejos silenciosamente, sem julgá-los. Os pensamentos que não dizem respeito a você desaparecem. O importante é reservar um tempo para recarregar a bateria. Reflita sobre o caminho que você está percorrendo. Não deixe nada destruir a sua felicidade. 
 Por Roberto Shinyashiki
Roberto Shinyashiki é psiquiatra, escritor e conferencista (www.shinyashiki.com.br)

Ludicidade: 53 jogos e Brincadeiras para a Educação Infantil

Professor Silvano Sulzart, lancará em 30 de Abril de 2016, no município de Vera Cruz, O LivroDocência nas águas: Diversidade Cultural, Maritimidade e Travessias na Ilha de Itaparica. O Livro é uma obra, que discute como ocorre a docência em meio a maritimidade e a diversidade cultural que circunda a Ilha de Itaparica. O livro apresenta também um breve recorte histórico da Ilha de Itaparica, do Município de Vera Cruz, e da trajetória do autor como “docente das águas”, termo que o mesmo utiliza ao referir-se ao desenvolvimento da docência no contexto da Maritimidade. Inspirado pelo romance Mar Morto de Jorge Amado, nas histórias de Guma, Lívia e da professora Dulce, personagens de Jorge Amado, o autor apresenta a cultura das águas de forma singular e poética através das narrativas de oito docentes que colaboraram na pesquisa.

O mar, a ilha, a docência e a escola vão se implicando e produzindo um cenário único e diverso, onde o fazer a educação se produz e traduz na ilha e no mar. A escola da ilha, desvela este lugar da maritimidade, das práticas sociais, culturais e simbólicas produzidas pelos sujeitos na relação com o mar. Assim, o mar flui no ensino, nas brincadeiras, no dia-a-dia dos alunos e alunas.

Acesse o Livro no site:  Click Aqui !


NOME: CACHORRO E GATO CEGO

IDADE: 7 anos

OBJ. ESP.: Audição, atenção

MATERIAL: Lenços

LOCAL: Sala, quadra, pátio

Formação: círculos

Organização: alunos em círculos que irão dois para o centro; um será o cachorro e outro o gato. Veda-se os olhos de ambos

Execução: toda vez que o cachorro latir o gato miará e o cachorro tentará pega-lo. Se conseguir, irão outros ao centro.


NOME: QUAL O PERFUME?

IDADE:  9 anos em diante

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Desenvolver o olfato

MATERIAL: Frutas, perfumes, loções, etc

Formação: círculos

Organização: alunos em círculos, sendo que um irá para o centro com olhos vendados

Execução: o professor dará ao alunos do centro para cheirar o perfume e dirá: – deverás reconhecer este aroma entre outros que vou te dar. Em seguida dará alvejante, etc… Este deverá identificar, entre outros qual foi o primeiro, etc.


NOME: TOCAR O CEGO

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Desenvolvimento-perspectivo

LOCAL: Ar-livre, salão

Formação: círculo

Organização: alunos sentados em círculo. Ao centro, um colega de olhos vendados

Execução: um colega do círculo se levantará, tocará o ceguinho e se sentará novamente. Pelos movimentos feitos, o cego tentará adivinhar quem o tocou.


NOME: COM QUEM ESTARÁ A BOLA?

IDADE:  9 anos

OBJ. ESP.: Atenção, perspicácia

MATERIAL: Bola

LOCAL: Pátio, gramado

Formação: círculo

Organização: alunos em círculo, pernas cruzadas, um aluno sentado no centro com olhos vendados

Execução: os companheiros passam a bola entre si e ao sinal do professor coloca as mãos para trás escondendo a bola. O aluno que está no centro, abre os olhos e aponta aquele que imagina estar com a bola. Se errar repete o jogo.


NOME: GARRAFA MÁGICA

IDADE:  8 anos em diante

OBJ. ESP.: Desenvolver a imaginação

MATERIAL: Uma garrafa

LOCAL: Sala, pátio

Formação: círculo

Organização: os alunos em círculo, o professor no centro

Execução: o professor gira a garrafa no solo e quando esta parar apontará na direção de um aluno. Este deverá ir para o centro e executar uma tarefa determinada pela turma ou professor.


NOME: COMER A MAÇÃ

IDADE: 9 anos em diante

OBJ. ESP.: Controle Emocional

MATERIAL: Maçã

LOCAL: Quadra, pátio

Formação: fileiras

Organização: em fileiras, tendo na frente das mesmas, maças penduradas

Execução: ao sinal procurar morder a maçã que lhe corresponde, sem segura-la, dentro de um tempo determinado. Vencerá a fileira que obtiver maior número de pontos, por mordida, ou que morder a maçã primeiro, ou ainda o que comer a maçã primeiro.


NOME: O CACHORRO E O OSSO

IDADE:  7 anos

OBJ. ESP.: Atenção, audição

MATERIAL: Qualquer objeto

LOCAL: pátio, gramado

Formação: círculo

Organização: os alunos em círculos. Um sentado ao centro tendo olhos vendados, que será o cachorro. Perto de si haverá um objeto “o osso”

Execução: dado o sinal, o professor indicará um dos alunos no círculo que tentará cautelosamente pegar o osso. Percebendo o ruído, o cachorro latirá e indicará o lado do ruído. Ao acertar a direção o professor indicará outro aluno. Se um conseguir e não for adivinhado se tira as vendas e tenta adivinhar.


NOME: O MICO

IDADE:  7 anos em diante

OBJ. ESP.: Atenção, agilidade

MATERIAL: Bolas

LOCAL: Quadra, gramado, pátio

Formação: círculo

Organização: em círculo, ficando dois alunos que se defrontam, de posse de uma bola. Uma bola será designada “MICO”

Execução: ao sinal de início, os alunos que tem a bola passam-na ao colega da esquerda, o qual rapidamente faz o mesmo e assim sucessivamente. As bolas são passadas, o objetivo é fazer com que uma bola alcance a outra, isto é, que o “mico” seja apanhado sendo que todos evitam que isto aconteça em suas mãos. Quem deixar cais a bola deve recuperá-la sozinho e voltar ao seu lugar para recomeçar a passá-la. Cada vez que o mico é apanhado interrompes-se a brincadeira e o aluno que permitir ficará no centro até ser substituído.


NOME: ESTALINHO

OBJ. ESP.: Coordenação motora, ritmo, atenção

LOCAL: Ar livre e sala

Formação: círculo

Organização: alunos numerados seguidamente formando um círculo na posição “sentados”. Todos iniciam o jogo batendo duas vezes e estalando os dedos uma vez na mão direita e outra esquerda.

Execução: um aluno ao estalar os dedos da mão direita diz seu número e ao estalar da mão esquerda, chama um número correspondente, a um companheiro. Aquele que for chamado continuará o jogo dizendo o seu número e chamando outro. Quem errar e quem chamar o número que já saiu, também irá sair.


NOME: ELEFANTE VOA?

IDADE: 7 anos

OBJ. ESP.: Atenção

LOCAL: Sala, quadra

Formação: círculo

Organização: alunos em círculo

Execução: o professor pergunta se determinados bichos voam. Se voam, os alunos deverão responder: voa e fazerem gestos com os braços. Ex.: Galinha voa? Pássaro voa? Elefante voa? O aluno que cometer algum engano pagará prenda no final.


NOME: JOGO DO PUM

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Atenção e pronta reação

LOCAL: Ar livre e sala

Formação: círculos

Organização: alunos em círculos na posição sentados

Execução: os alunos numerando-se seguidamente, mas chegando ao número 7 deverá dizer: PUM, substituindo-os. O aluno que demorar em falar ou não substituir o número por Pum deixará o jogo toda vez que errar. O jogo é renumerado pelo aluno colocado à sua direita.


NOME: DESCOBRIR O QUE ESTÁ MUDADO

IDADE:  Todas

OBJ. ESP.: Memória, perspicácia, obaservação

LOCAL: Ar livre e sala

Formação: círculos

Organização: pede-se a um aluno que deixe o local e faz-se algumas modificações

Execução: quando o aluno voltar o grupo começará a contar aumentando ou diminuindo a intensidade do canto à medida que ele se aproxima ou afasta do que mudou.


NOME: AI VAI O GANSO

IDADE:  7 anos em diante

OBJ. ESP.: Desenvolver os sentidos, memória

LOCAL: Pátio e quadra

Formação: fileira

Execução: o primeiro virando para o seguinte e dizendo: “Ai vai o ganso”. O segundo dirá “Que ganso?” Ao que o primeiro responde: “O ganso”. O segundo fala: … ah… o ganso. A pergunta será repetida e assim sucessivamente. Assim corre-se todas as fileiras.


NOME: JOGO DO LIMÃO

IDADE: 6 anos em diante

OBJ. ESP.: Ritmo, Atenção

MATERIAL: Limão

LOCAL: Quadra, pátio, sala, gramado

Formação: círculo

Organização: alunos sentados em círculo, tendo um, posse de um limão

Execução: os alunos iniciarão a brincadeira cantando: Meu limão, meu  limoeiro… ao mesmo tempo passando o limão aos colegas. Ao findar a canção, o aluno que estiver de posse do limão será eliminado.


NOME: JOGO DA MEMÓRIA

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Memória, tato

MATERIAL: Lápis, grampos, moedas, giz, etc

Formação: em pé, formando um círculo, mãos para trás

Execução: o recreador entregará para um aluno um objeto após outro para ser passado adiante. Após serem passados todos os objetos, todos se sentarão e rapidamente escreverão o nome dos objetos que passarem pelas suas mãos. Vencerá quem escrever mais nomes dos objetos em um tempo determinado.


NOME: BOM DIA

IDADE: 7 anos em diante

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Educação dos sentidos

MATERIAL: Lenço

LOCAL: Quadra ou pátio

Formação: círculos

Organização: alunos em pé em círculo. Um no meio com os olhos vendados.

Execução: os alunos do círculo caminharão e sendo um apontado, dirá: Bom dia! Se o aluno de olhos vedados identificar a voz do colega, trocará de lugar com este.


NOME: CÍRCULOS UNIFICADORES

IDADE: Ambos

OBJ. ESP.: Pronta reação e atenção

MATERIAL: Disco, toca-fitas

LOCAL: Ar livre e salão

Formação: em círculos de pé

Execução: a turma se desloca ao som da música. Quando esta parar devem formar grupos de 5 ou 3, anteriormente determinados. Os que sobrarem ficam prisioneiros dentro do círculo. Termina quando fica somente um prisioneiro no círculo.


NOME: PERSEGUIR A BOLA

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Astúcia, rapidez, agilidade

MATERIAL: Bolas

LOCAL: Ar livre

Formação: duas colunas em posição fundamental. O primeiro de cada equipe com uma bola.

Execução: o primeiro de cada coluna lança a bola o mais longe possível no terreno do fogo. Isto feito, todos deverão correr para reformar a coluna atrás da bola atirada pela coluna contrária. Vencerá a coluna que se reformar em primeiro lugar.


NOME: CORRER EM CIRCUITO

IDADE: 9 anos

OBJ. ESP.: Iniciação desportiva (hand e basquete)

MATERIAL: Bola

LOCAL: Quadra

Formação: fileiras

Organização: 2 fileiras frente a frente formando 2 equipes A e B. Primeiro aluno de cada fileiras com uma bola.

Execução: ao sinal, o aluno de posse da bola corre em direção ao que está na outra extremidade da fileira. Neste momento há trocas de lugares. O primeiro fica último e inicia a passagem da bola ao outro. Quando chegar o 1º fica último e inicia a passagem da bola ao outro. Quando chegar o 1º, a 1º de posse da bola. Vencerá o que executar a tarefa primeiro.


NOME: PASSE PASSE

IDADE: 10 anos

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Habilidade ao passar a bola, destreza, iniciação desportiva (handball e basquete)

MATERIAL: Bolas, arcos

LOCAL: Quadra, pátio, gramado

Formação: fileiras (alunos em círculos demarcados ou dentro de arcos)

Organização: 2 fileiras frente a frente, separadas por uma certa distância, formando 2 equipes A e B. Dois alunos de cada equipe serão destacados para ocupar um lugar, pouco afastado das extremidades, na luta central que separa as fileiras.

Execução: ao sinal, o aluno nº 1 de cada equipe, passará a bola ao nº 2 e este ao 3; 3 ao 4… O último de posse da bola, correrá em direção ao nº 1. neste momento os demais trocam de lugar e o último ocupa o lugar do 1º. Reinicia-se o exercício, até chegar à posição inicial. ERROS: sair do lugar ao passar ou receber a bola, deixar cair a bola, abandonar seu lugar antes que o vizinho deixe o seu.


NOME: DÊ 5 PASSOS E FUJA

IDADE: 7 anos

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Orientar-se no espaço em relação a objetos e pessoas

LOCAL: Quadra, pátio

Formação: grupos de 3

Organização: três alunos sentados: 1 fugitivo e 2 pegadores

Execução: o fugitivo levantar-se-á, dará 5 passos e correrá sendo perseguido pelos outros que tentarão toca-lo. Tocando o perseguido, os 3 sentar-se-ão e reiniciarão a atividade trocando os papéis.


NOME: JACO E RAQUEL

IDADE: 9 anos em diante

OBJ. ESP.: Senso de orientação, coragem, acuidade auditiva

MATERIAL: Lenço, sininho

LOCAL: Sala, quadra

Formação: círculo

Organização: alunos em círculo, mãos dadas para limitar o espaço onde 2 companheiros vão correr. Jacó com olhos vendados e Raquel com um sininho.

Execução: ao sinal de início, Raquel correrá dentro do círculo soando o sininho. Jacó (levantará) tentará pega-la. Quando for apanhada, os dois escolhem os substitutos.


NOME: BOLA DO CAÇADOR

IDADE: 7 e 9 anos

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Habilidade motora, rapidez, atenção

MATERIAL: Bola

LOCAL: Quadra

Formação: livres

Organização: livres na quadra, um aluno de  posse da bola será o caçador vai sair para caça e começa a perseguir procurando tocar com a bola um colega. O que for pego, será o cão de caça e ajudará o caçador fazendo trocas de passes a fim de chegar mais perto da caça. O jogo prosseguirá até que todos sejam caçados.


NOME: REVEZAMENTO

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Velocidade

MATERIAL: Bastão de 25m de comprimento

LOCAL: Ar livre

Formação: colunas

Organização: 2 colunas frente a frente com mais ou menos 10 de distância, sendo que o primeiro aluno segura um bastão.

Execução: ao sinal, correrão, descrevendo em círculos pelo campo ao chegar a sua coluna passarão ao companheiro o bastão e assim sucessivamente. Vencerá a coluna que concluir o exercício primeiro.

Obs.: os alunos poderão primeiramente fazer o mesmo em caminhada rápida.


NOME: CORRA SEU URSO

IDADE: 7 e 9 anos

OBJ. ESP.: Atenção, rapidez, agilidade

LOCAL: Quadra

Formação: fileiras à frente de uma linha a 10 metros, a frente deve estar uma outra aluna de costas, será o “urso”.

Execução: os alunos da fileira gritarão “corra, seu urso”. O urso sairá do seu lugar e virá ao seu encalço (dos colegas). Estes procurarão correr para o lado em que o urso estava, sem entretanto, serem pegos. Os que o urso pegar, serão os ursinhos que auxiliarão o urso pegar.


NOME: BOLA AO CENTRO

IDADE: 8 anos em diante

OBJ. ESP.: Agilidade, destreza, reflexo

MATERIAL: Bola

LOCAL: Quadra, gramado

Formação: 2 círculos concêntricos

Organização: os alunos do círculo central serão nº 1 e os de fora nº 2. Uma bola ao centro

Execução: ao sinal, os números 2 correrão em círculo, e ao chegarem no seu par, passa por entre as pernas do companheiro e tentam pegar a bola. O que conseguir receberá 5 pontos e trocará de lugar.


NOME: BOLA AOS 4 CANTOS

IDADE: 7 a 9 anos

OBJ. ESP.: Habilidade motora, espírito de equipe, reflexo

MATERIAL: Bola de tênis – preferencialmente

LOCAL: Quadra

Formação: 2 colunas

Organização: 2 alunos de cada equipe nos cantos da quadra

Execução: ao sinal, o professor dará a partida do centro da quadra atirando bola ao alto; abre dois adversário. Trocarão de passes entre seus companheiros que estão espalhados na quadra. Contará pontos cada vez que a bola chegar as mãos dos companheiros.


NOME: DANÇA DAS CADEIRAS

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Atenção, agilidade

MATERIAL: Cadeira, toca-fitas

LOCAL: Ar livre, salão

Formação: cadeiras em fileiras aos pares, umas de costas para as outras

Organização: o número de cadeiras será a menos do que o número de participantes

Execução: ao som da música, os alunos contornarão as cadeiras. Quando esta parar, todos procurarão sentar-se. O que sobrar sairá fora e retira-se uma cadeira. Vencerá o último a sentar.


NOME: CROQUET

IDADE: 8 anos em diante

OBJ. ESP.: Agilidade, destreza, atenção

LOCAL: Quadra, gramado

Formação: 2 colunas

Organização: duas colunas frente a frente nas extremidades da quadra sendo equipe A e B. entre as colunas estarão dispostos 8 alunos de grande afastamento lateral.

Execução: ao sinal, o 1º alunos de cada equipe deverá passar entre as pernas do companheiro descrevendo um zig-zag. Voltarão a coluna saindo o seguinte. Vencerá a equipe que completar a tarefa em primeiro lugar.


NOME: MUDANÇA TRÍPLICE

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Equilíbrio, destreza e reflexo

LOCAL: Quadra

Formação: círculo

Organização: os alunos numerados de 3 em 3, ficando um sozinho no centro do círculo.

Execução: ao sinal, ele dirá um dos três números (1, 2, 3) e todos os alunos correspondentes ao nº chamado deverão mudar rapidamente um ao outro. O aluno do centro durante essa mudança deverá ocupar um dos lugares. Aquele que não chegar ao lugar, sobra e irá ao centro.


NOME: FUTEBOL COM AS MÃO (Cuidado)

IDADE: 10 anos

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Melhorar o trabalho de braço e o trabalho central do corpo-trabalho – respeitar regras e leis

MATERIAL: Bola

LOCAL: Quadra

Formação: livre – 2 equipes

Organização: livre – o professor ao centro fará, bola ao alto.

Execução: cada equipe procurará somente tocando, fazendo gol. Não poderão agarrar e nem conduzir. O jogo será sempre com o tronco flexionado. Vencerá a equipe que fizer o maior número de gols.


NOME: CORRER EM COLUNA

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Habilidade de correr em grupo, agilidade, rapidez

LOCAL: Quadra, pátio

Formação: colunas

Organização: 2 colunas à frente de uma linha de partida, na posição sentados

Execução: ao sinal “já” os alunos saem correndo até um lugar determinado. O último coloca-se em 4 apoios e os demais voltam pulando por cima do mesmo. Será vencedora a coluna que primeiro estiver na posição inicial sentada em silêncio.


NOME: APANHAR O LENÇO

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Agilidade, destreza

MATERIAL: Lenço

LOCAL: Quadra

Formação: fileiras

Organização: duas fileiras numeradas frente a frente, separadas mais ou menos 10 metros

Execução: o professor chamará um número. Os alunos correspondentes ao número chamado deverão correr ao centro, tentando levar o lenço consigo. Se o adversário não o tocar, sua equipe terá dois pontos, se for tocado, terão somente 1 ponto. Vencerá a equipe que obtiver maior número de pontos em determinado tempo ou quem chegar a um determinado no primeiro.


NOME: CORRIDA DE DUPLAS

IDADE: Ambos

OBJ. ESP.: Rapidez, agilidade

MATERIAL: Bolas

LOCAL: Ar livre

Formação: colunas

Organização: uma bola colocada à frente de cada coluna distante 7 m, alunos atrás da linha de partida.

Execução: o 1º aluno de cada fila, ao sinal, corre em torno da bola, volta ao seu lugar, toma o 2º pela mão, correm ambos em redor da bola e retorna ao ponto de partida. O 1º se coloca à retaguarda de sua coluna enquanto o 2º toma o 3º pela mão repetindo o percurso. Até que todos tenham corrido 2 a 2. vencerá a equipe que completar o percurso em 1º lugar.


NOME: COMPANHEIROS ÁGEIS

IDADE: 10 anos

OBJ. ESP.: Rapidez e agilidade

LOCAL: Quadra, gramado

Formação: círculos

Organização: círculo A e B a uns 3 a 5 metros de distância um do outro. Alunos de mãos dadas (de cada círculo). Os alunos do círculo A terão seu par no círculo B, e vice-versa.

Execução: os alunos de mãos dadas se deslocarão saltando. Ao sinal os dois círculos se dissolvem a cada aluno procura o seu par e ambos tomam posição de cócoras. O último par a se encontrar pagará prenda.


NOME: IDENTIFICAR OS GRUPOS

IDADE: 6 anos em diante

OBJ. ESP.: Rapidez, percepção, rápida reação, atenção

LOCAL: Ar livre

Formação: livre

Organização: dizer ao ouvido de cada um, o nome de um animal

Execução: ao sinal, os do mesmo grupo se identificarão por meio de vozes do respectivo animal.

NOME: QUEM ANDARÁ MAIS DEPRESSA?

IDADE: 10 anos

OBJ. ESP.: Destreza e rapidez

LOCAL: Pátio ou quadra

Formação: colunas

Organização: 2 colunas sentadas atrás de uma linha demarcada, a um metro de distancia uma da outra.

Execução: quando o professor disser o nome de um objeto ou local, os alunos se levantarão e caminharão rápido (marcha atlética) tocarão com a mão o que foi pedido e voltarão a posição inicial.

NOME: CASA DO CACHORRO

IDADE: 8 anos

OBJ. ESP.: Rapidez e atenção

Formação: círculos

Organização: alunos formando 2 círculos concêntricos, sendo o de fora com um aluno a mais. Os círculos andarão em sentido contrário.

Execução: ao sinal os dois círculos param, os alunos afastam as pernas e os de trás colocam a cabeça entre as pernas dos que estão à sua frente. O aluno que sobrar pagará prenda no final.


NOME: CABEÇA PEGA RABO

IDADE: 8 anos

OBJ. ESP.: Perspicácia

LOCAL: Pátio

Formação: colunas

Organização: de pé, 2 ou mais colunas, segurando na cintura do colega da frente

Execução: ao sinal os primeiros alunos das colunas tentarão pegar o último (rabo) e estes não permitirão se esquivando. Não poderão arrebentar as colunas. Vencerá a coluna que conseguir pegar o rabo, por último.

NOME: PISCAR

IDADE: 9 anos em diante

OBJ. ESP.: Habilidade de comunicar-se através de sinais, atenção, rapidez de reação

MATERIAL: Cadeiras

Formação: círculo

Organização: dispõe-se várias cadeiras em círculos, em cada uma, senta-se um aluno. Atrás de cada cadeira fica outro colega, tendo as mãos no encosto da mesma

Execução: ao sinal, o aluno sem companheiro piscará a um dos sentados que tentarão mudar para a cadeira do que piscou, sendo que será impedida sua saída, se for tocada nos ombros. Se abandonar a cadeira, a brincadeira prosseguirá.


NOME: COCADA

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Habilidade manual, reflexo, espírito de equipe

MATERIAL: Faixas, bolas

LOCAL: Quadra, gramado

Formação: 2 círculos concêntricos

Organização: 2 a 2 frente, sendo 2 alunos de posse da bola

Execução: passar a bola em zig-zag aos companheiros de sua equipe. Ao chegar ao ponto de partida marca um ponto. (Numera-se os dois círculos, intercalam-se de forma que os nº pares fiquem dentro e os ímpares fora, passa-se a bola aos companheiros de equipe).


NOME: BATATA QUENTE

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Rapidez de movimentos, visão

MATERIAL: Lenço

LOCAL: Quadra, pátio, sala

Formação: círculo

Organização: dá-se nó em um lenço que passa a ser a batata quente ao outro. Os alunos sentam-se em círculo, ficando um em pé ao centro.

Execução: ao sinal, o aluno do círculo atira a batata quente ao outro e assim sucessivamente. Enquanto o fazem com a maior rapidez possível, o do centro procurará apanha-la. Se conseguir trocará de lugar com o aluno que arremessou.


NOME: BOLA CRUZADA

IDADE: 7 a 9 anos

OBJ. ESP.: Habilidade motora, espírito de equipe, reflexo.

MATERIAL: Faixas e Medicine Ball (bola pesada)

LOCAL: Pátio, quadra

Formação: fileiras

Organização: 2 a 2 frente a frente. Os adversário de uma fileira se intercalam na fileira do outro.

Execução: ao sinal passa a bola em zig-zag para os companheiros da outra fileira. A bola vai e volta. Ao chegar ao ponto de partida marca um ponto de partida. Vencerá a equipe que tiver maior nº de pontos dentro de um tempo determinado.


NOME: PROCURA UM PAR

IDADE: 8 anos

OBJ. ESP.: Atenção e agilidade

LOCAL: Quadra e gramado

Formação: círculos concêntricos

Execução: dois círculos concêntricos sendo que os alunos do centro correrão para direita e os de fora correrão para a esquerda. O círculo do interior terá um aluno a menos que o círculo de fora e darão as mãos. O que sobrar pagará a prenda.


NOME: ENGANAR, LANÇAR

IDADE: Mais ou menos 9 anos

OBJ. ESP.: Atenção e concentração

MATERIAL: Bola

LOCAL: Quadra e pátio

Formação: semi-círculo

Organização: os alunos em semi-círculo com os braços cruzados um deles ocupa o centro e fica com a bola.

Execução: ao sinal, o aluno do centro atira a bola para um companheiro. Este deverá apanha-la, mas se for apenas engano, não poderá descruzar os braços. Segurando a bola, devolve-a ao centro, podendo também iludi-lo. O aluno que deixar cair a bola, ou descruzar os braços, ocupará o último lugar. Quando o aluno do centro errar, será substituído pelo primeiro do semi-círculo.


NOME: CARA COM CARA

IDADE: 8 anos em diante

OBJ. ESP.: Sociabilidade entre os colegas, rapidez de reação, reflexão

LOCAL: Pátio, quadra

Formação: círculos concêntricos

Organização: alunos em círculos, 2 a 2 um no meio

Execução: o aluno do centro dirá: cara a cara, ombro com ombro, frente com frente, costa com costa… trocar. Os alunos aos pares executarão a ordem dada no momento que o do centro falar: “trocar”. Os do círculo do centro trocarão e o que deu a ordem procurará se colocar no lugar de um companheiro.


NOME: AVIÃO PEGADOR

IDADE: 7 anos em diante

SEXO: Ambos

OBJ. ESP.: Equilíbrio, poder ativo, imitação

LOCAL: Quadra e gramado

Formação: livre

Organização: os alunos livremente na quadra. Um deles será o pegador e tomará a posição de braços elevados lateralmente imitando o avião.

Execução: ao sinal o aluno pegador deverá tocar os companheiros e estes para evitarem ser pegos, ficarão em um só pé com os braços elevados lateralmente.


NOME: A BOLA DO GUARDA

IDADE: 8 anos em diante

OBJ. ESP.: Agilidade, rapidez

MATERIAL: Bola

LOCAL: Quadra

Formação: círculo

Organização: alunos em círculos um ao centro com a bola

Execução: ao sinal, o que está no centro, atira a bola para um do círculo que rapidamente deve colocar a bola no centro e sair ao seu encalço. Se conseguir pega-lo, passará ao centro e reiniciará o jogo. Correr apenas dentro do círculo.


NOME: JOGO DOS SÓCIOS

IDADE: 9 em diante

OBJ. ESP.: Sincronização de movimentos, atenção, observação de ordens

MATERIAL: Saquinho de areia

LOCAL: Pátio, gramado

Formação: duas fileiras frente a frente, 2 m (em diante) de distância, todos munidos de saquinhos de areia. Os alunos que se defrontam são sócios.

Organização:

Execução: ao sinal, deverão trocar jogando os saquinhos, obedecendo as ordens dadas: com uma mão, com duas, direita e esquerda. Quando um dos sócios deixar cair no chão o objeto arremessado, os dois terão que sair do jogo. Ganhará os que estiverem na linha, no fim de um determinado tempo.


NOME: MARCHA DOS JORNAIS

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Flexibilidade, coordenação de movimentos

MATERIAL: Folhas de jornal

LOCAL: Quadra, pátio, gramado

Formação: fileiras

Organização: em fileiras sobre a linha de partida, munidos de 2 folhas de jornal, pisando sobre uma e segurando a outra. Paralela à linha de partida, troca-se a de chegada a 10 m aproximadamente da primeira.

Execução: ao sinal, os alunos colocam no chão à sua frente a fila de jornal que seguram e passam sobre ela. Em seguida apanham a folha que ficou atrás e colocam-na a sua frente e repetem a ação anterior. Assim prossegue o jogo passando alternadamente sobre uma folha e outra até o fim do percurso. Vencerá o aluno que atingir a linha de chegada em primeiro lugar.


NOME: BOLA FUGITIVA

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Rápida reação

MATERIAL: Bola

LOCAL: Gramado, pátio

Formação: círculo

Organização: em círculos de pernas afastadas e mãos nos joelhos, tendo posse de bola

Execução: ao sinal, o aluno do centro jogará a bola a um dos companheiros fazendo com que passe por entre as pernas. Este tentará impedir com as mãos a passagem da bola. Se a bola passar, este aluno sairá do círculo.


NOME: TRANSMITIR O RECADO

IDADE: Todas

OBJ. ESP.: Decifrar enigmas, astúcia

Formação: 3 fileiras

Organização: 2 fileiras frente a frente, uma em cada extremidade do gramado, formando a equipe A. Entre as mesmas, no centro, em fileiras, a equipe B. o professor dará um enigma a uma das fileiras da equipe A. Estes todos (A1) saberão o provérbio

Execução: ao sinal a fileira A1 tentará transmitir à A2 o provérbio sendo impedida pela equipe B.


NOME: BOLA AO CÍRCULO

IDADE: 7 anos em diante

OBJ. ESP.: Agilidade, honestidade, rapidez de reação

MATERIAL: Bolas

LOCAL: Quadra e pátio

Formação: Círculos

Organização: dois círculos distantes 3 m um do outro. Será designado um aluno em cada círculo para serem os iniciantes do jogo, estando os mesmos com a bola na mão

Execução: ao sinal, os alunos iniciantes passarão a bola ao colega da esquerda que dará prosseguimento aos passos. Quando a bola chegar novamente ao iniciante será marcado um ponto: Vencerá o círculo que primeiro fizer 10 pontos.


 

Seja um professor: As maravilhas da Profissão Docente

Podem lecionar nos Ensinos Fundamental e Médio das escolas de Educação Básica, os graduados em licenciaturas e Pedagogia. Na Educação Infantil (creches e pré-escolas) e nos quatro primeiros anos do Ensino Fundamental, admitem-se professores com formação mínima de nível médio, na modalidade normal. Porém, o projeto de lei 5.395/09, que tramita no Congresso Nacional, prevê que apenas a Educação Infantil admita professores com formação mínima de nível médio, na modalidade normal.
Para ingressar como professor de qualquer instituto federal, basta apenas a graduação. Entretanto, o plano de carreira prevê uma retribuição por titulação, que aumenta o salário caso o professor tenha mestrado, doutorado ou mesmo especialização.
Os docentes das universidades federais precisam ter ao menos grau de mestre, para concorrerem aos cargos dos concursos, pois atuam especificamente no Ensino Superior. As carreiras das instituições federais também prevêem aumento de salário caso o professor aumente sua titulação.
  
FORMAÇÃO
A exigência quanto ao grau de educação acadêmica para a formação de um professor varia de acordo com a área pretendida. Veja o que você precisa fazer para se habilitar a ensinar onde deseja:
Licenciaturas: os cursos de licenciatura habilitam o profissional a atuar como professor na Educação Infantil, no Ensino Fundamental e Médio. São cursos superiores de graduação que formam profissionais licenciados em Química, Física, Letras, Matemática, Geografia, Ciências Biológicas e Pedagogia.
Normal Superior: curso superior de graduação, na modalidade licenciatura. Tem por finalidade formar professores aptos a lecionar na educação infantil e nos primeiros anos do ensino fundamental.
Magistério: não é curso superior, mas de nível médio. Habilita o professor para lecionar na Educação Infantil.
Pedagogia: o curso de Pedagogia é um curso superior de graduação, na modalidade de licenciatura e tem como finalidade formar professores para atuar na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental (até o 5º ano). É aquele professor que assume integralmente o currículo da série. Os cursos de pedagogia também formam profissionais para atuarem na gestão do sistema escolar, mas a prioridade é a formação de professores.
Bacharelado: os cursos de bacharelado não habilitam o profissional a lecionar. São cursos superiores de graduação que dão o título de bacharel. Para atuar como docente, o bacharel precisa de curso de complementação pedagógica. E para lecionar no Ensino Superior exige-se que o profissional tenha, no mínimo, curso de Pós-Graduação Lato Sensu (especialização).
CARREIRA E REMUNERAÇÃO
As carreiras dos profissionais da Educação Básica são regidas pelos estatutos e planos de carreira dos estados e municípios. Contudo, tramita no Congresso Nacional o PL 1.592/2003, que busca fixar diretrizes nacionais para as carreiras dos profissionais da educação.

Segundo o Consed, todos os planos de carreira dos estados estão em fase de discussão e revisão para que a profissão se torne mais atraente. Já a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) informou que cerca de 70% dos municípios brasileiros têm planos de carreira. De acordo com a lei que estabeleceu o piso para o magistério, todos os estados e municípios precisam ter planos de carreiras estruturados até 31 de dezembro deste ano.Quanto aos salários, a Lei 11.738/08 instituiu o piso salarial profissional nacional para o magistério, única categoria profissional a ter um piso estabelecido por lei. O texto estabelece um valor mínimo de R$ 1.024,67 em 2010, reajustado anualmente, a ser pago aos professores que trabalham até 40 horas por semana e têm formação de nível médio, o que significa que os docentes de nível superior devem ter remuneração maior.

Nos institutos federais, onde também se oferece Ensino Médio, os docentes da rede tiveram a carreira reestruturada, a partir da Lei 11.784/08. Levando-se em conta a tabela vigente – distribuída entre classes e níveis – a remuneração do docente varia entre R$ 2.728,05 e R$ 8.297,16.

Orientações para ingressar no mestrado: provas, projetos e entrevistas

Em 2012 fui aprovado no Mestrado em Educação como aluno regular e a minha pesquisa, resultou neste livro.

TITULO:

SABERES RECONTEXTUALIZADOS E RESSIGNIFICADOS NA AUTO-FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DOCENTE: A BUSCA PELA QUALIFICAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE

O Livro Docência nas águas: Diversidade Cultural, Maritimidade e Travessias na Ilha de Itaparica. O Livro é uma obra, que discute como ocorre a docência em meio a maritimidade e a diversidade cultural que circunda a Ilha de Itaparica. O livro apresenta também um breve recorte histórico da Ilha de Itaparica, do Município de Vera Cruz, e da trajetória do autor como “docente das águas”, termo que o mesmo utiliza ao referir-se ao desenvolvimento da docência no contexto da Maritimidade. Inspirado pelo romance Mar Morto de Jorge Amado, nas histórias de Guma, Lívia e da professora Dulce, personagens de Jorge Amado, o autor apresenta a cultura das águas de forma singular e poética através das narrativas de oito docentes que colaboraram na pesquisa.

 

 

O mar, a ilha, a docência e a escola vão se implicando e produzindo um cenário único e diverso, onde o fazer a educação se produz e traduz na ilha e no mar. A escola da ilha, desvela este lugar da maritimidade, das práticas sociais, culturais e simbólicas produzidas pelos sujeitos na relação com o mar. Assim, o mar flui no ensino, nas brincadeiras, no dia-a-dia dos alunos e alunas.
Acesse o Livro no site para compra-lo:   Click Aqui !

Primeiro Passo – Escola uma tema para pesquisar, que seja correlacionado com a sua formação acadêmica. Escolha um tema que goste e que tenha muitas “leituras”. Você precisa saber o que irá pesquisar.

Segundo Passo: Amplie suas possibilidades participando de encontros acadêmicos e publicando artigos e resumos nos anais dos congressos ( apresente trabalhos) isso vale ponto nas seleções e demonstra que você é uma pessoa que tem uma vida acadêmica de leitura e pesquisa. Não é um “novato” ou alguém que não sabe o que quer.

Terceiro Passo: Verifique se no Mestrado que você quer se inscrever, algum professor orienta o seu tema. O que isso que dizer? Busque o currículo Lattes dos professores do Mestrado e veja quem orienta a sua temática neste mestrado. Na Plataforma Lattes, coloque o nome do professor e aparecerá o currículo dele, o que ele esta orientando e pesquisando. Muitas pessoas tem um ótimo projeto, se escrevem nos mestrados, mas nenhum professor orienta o tema que elas desejam pesquisar. Cuidado com isso! Cuidado também com o Mestrado. É importante ter o título, porém muitas pessoas ficam tentando mestrados que não tem nenhuma ligação com sua formação inicial.Veja também se o Mestrado é Profissional ou Acadêmico.

Quarto Passo: Se escreva como aluno especial deste Mestrado. O aluno Especial não tem vinculo com o mestrado, faz apenas uma ou duas disciplina, isso é importante pois você terá acesso aos professores e será conhecido por eles.Além disso você começará a se familiarizar com o ambiente, de ser aluno de um mestrado. E já fui aluno especial do mestrado e isso, é uma experiência muito boa, contribuiu muito para a construção do meu projeto e para ampliar minhas referências bibliográficas. Dica importante: Passe na Faculdade que você deseja fazer o mestrado e veja o material das disciplinas ( ementas, indicação de livros, textos e outras orientações).

Quinto Passo: Depois destes passos, veja a elaboração do seu projeto de pesquisa, leia o edital, e elabore o seu projeto seguindo os passos do edital. Geralmente eles pedem um projeto com no Máximo 10/15 laudas. Verifique se o mestrado ou faculdade que você deseja fazer o mestrado possui alguma revista. geralmente todos os professores do mestrado publicam seus textos nestas revistas. Faça leitura das mesmas e citações dos professores segundo a sua temática no seu projeto.Isso revela que você conhece o professor, sabe de suas publicações e também conhece o tema que deseja pesquisar.

Sexto Passo: Prepare-se para a prova escrita. Visite o site das Faculdades/Universidades que você pretende concorrer a uma vaga de mestrado e leia os editais anteriores. Verifique se a faculdade que você deseja fazer o mestrado possui alguma revista. Geralmente todos os professores do mestrado publicam seus textos nestas revistas e elas são utilizadas como referências para a prova escrita. A maioria dos mestrados indicam algumas referências, faça uma leitura destas referências e se prepare para responder duas ou três questões baseadas em fraguimentos destas referências. Você terá que escrever/responder estas questões em umas 4/5 laudas.Fazer citações dos pesquisadores e fundamentar tudo que escrever na prova.

Sétimo Passo:  Estude uma língua estrangeira. Em alguns mestrados, você tem a possibilidade de fazer a prova depois que já esta “dentro”. A prova de língua estrangeira não é eliminatória.Leia o edital do programa que você deseja se inscrever para ver esta questão.

Oitavo Passo: A entrevista. Nunca diga questões como: Não tenho tempo, tenho filhos e marido, meu emprego não irá me liberar. Todos os mestrados querem alunos com  dedicação integralmente, então, prepare-se para responder algumas questões sobre o seu projeto e sobre sua disponibilidade e porque deseja fazer o mestrado. Uma boa resposta é sempre dizer que tem disponibilidade total e que quer fazer mestrado para continuar na carreira acadêmica e na vida de pesquisador. Lembre-se que os programas de mestrados estão procurando “pesquisadores”, “colaboradores” e os orientadores procuram orientar pessoas decididas, comprometidas com o mundo acadêmico, que possam fortalecer o nome da faculdade com sua pesquisa e claro: ser seu seguidor.
—- Texto de 2011 —

Já fiz 9 seleções para mestrado em 3 faculdades diferentes, nos últimos 3 anos. Sempre passo em todas as etapas, até parece brincadeira, mas não sou mestre. A maioria dos mestrados tem um processo seletivo muito “complicado”, então procure entrar em contato com o seu futuro orientador falar do seu projeto, solicitar ajuda/referências.

Tente todos os anos, faça o processo seletivo, participe da vida acadêmica do mestrado, visite o site. É isso que tenho feito desde que decidir fazer o mestrado.  Em 2012 tentarei  4 mestrado diferentes. Fico me divertindo com as seleções e como as mesmas funcionam, faço as provas e passo. Depois vejo que as pessoas que são aprovadas fazem parte dos grupos de pesquisas dos professores, são professores da própria universidade ou funcionários. Mas não desisto, pois neste mundo de pesquisas e leituras deve existir um lugar para mim e para você.

Estas são as minhas experiências nesta jornada de pré-mestre. Caso tenha sucesso com minhas experiências, narre sua história para mim. Pesquiso sobre histórias de vida e formação docente, já escrevi dois artigos que foram publicados com este tema e já participei de muitos eventos acadêmicos publicando pôsteres, artigos e comunicações dentro desta temática.

Texto 2012 – Aprovado na UNEB – BAHIA

Aprovado no Mestrado em Educação da UNEB. Depois de uma caminhada que iniciou-se em 2008, na minha primeira tentativa na UFBA. Fazer Mestrado, ser pesquisador era, e é o meu objetivo profissional. Abdiquei de muitas coisas ( Sai da Secretaria de Educação de Vera Cruz, do cargo de Diretor de Ensino) para me dedicar a leituras e para pensar no meu projeto de pesquisa.Tentei novamente em 2019 e 2010 ( UFBA e UNEB), e sempre passava nas primeiras fazes, mas não era aprovado no final. Ouvir criticas e palavras de desmotivação, porém em 2011 tentei ( UEFS- UFBA e UNEB) fui desclassificado na língua estrangeira na UEFS e perdi na Entrevista na UNEB. Parecia que o mundo acabaria para mim, após estes resultados.Tudo parecia tão difícil, porém sou resiliênte, não iria desistir, e estava disposto a estudar e me dedicar para passar no mestrado, e iria mais longe, escrever e estudar mais ainda, e em 2012 fiz uma caminhada longa, árdua e determinada.

Viajei para 3 estados Brasileiras para participar de Eventos Acadêmicos ( São Paulo- UNICAMP, Rio Grande do Sul-PUCRS, Sergipe-UFA), somente na Bahia, apresentei trabalhos em 3 Faculdades Estaduais (UNEB-Salvador, UESC – Ilhéus, UESB – Vitória da Conquista e Jequié). Na UFRB em Cruz das Almas, Cachoeira e Amargosa. Também publiquei somente este ano 4 artigos ( dois em revistas impressas e dois em Revistas Virtuais, uma das Revistas é da UFRB). Tudo isso atuando como coordenador da Escola Maria Geralda da Conceição em Vera Cruz, Professora da Escola Mario Lisboa em Itaparica, professor da pafor-UNEB – Castro Alves, da Faculdade Maria Milza em Cruz das Almas e fazendo outras coisas.

E finalmente em dezembro deste ano, digo 2012, depois de mais um processo de seleção fui aprovado para o Mestrado em Educação da Universidade Estadual da Bahia. Agradeço a Deus pela força e pelo aprendizado, a todos os meus amigos que acompanharam esta minha caminhada, o meu eterno muito obrigado.Na defesa da tese quero todos lá!!!

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Livro sobre homofobia infantil | Preconceito Racial | Bullying

Livro sobre homofobia infantil | Preconceito Racial | Bullying contra crianças com necessidades educativas especiais.

Publiquei recentemente este livro … 

O livro O Diário de Davi: preconceito racial, homofobia e bullying na escola, é um texto literário, escrito pelo professor Silvano Sulzart. Temáticas como: homofobia, ciberbullying, preconeito racial e outras questões aparecem na trama. Davi, em uma narrativa envolvente e singela, conta suas dores e dilemas que vive na escola. A história revelará como a amizade vence o medo, e a ternura e o perdão fazem brotar esperança, sonhos e novas relaçõesm no espaço escolar. Através da leitura deste livro, você será capaz de identificar se seus filhos ou alunos estão sendo vítimas de bullying, homofobia na escola e encontrará ainda pistas de como combater o bullying, dentro e fora do espaço escolar.  Para adquirir o livro: Click Aqui !


Prezados, estou disponibilizando um Projeto Didático sobre Bullying. Este projeto pedagógico pode ser aplicando em qualquer escola, existindo claro as devidas modificações. Estou postando aqui, para socializar experiências.Este projeto foi aplicado e mais de 100 escolas.

 

Projeto Bullying: diga não as ameaças, tiranias, opressões, intimidações e humilhações.

APRESENTAÇÃO

Este projeto será desenvolvido na Escola x .na turma x com cerca de x alunos, tendo como temática central a reflexão sobre o Bullying tanto na escola, como na sociedade em geral. Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
Pretende-se discutir com este projeto as situações ocorridas no ambiente escolar caracterizada como bullying, além disso, este projeto visa  discutir formas de convivência no espaço escolar, valorizando a amizade, os valores humanos e a integração entre os envolvidos no projeto.
JUSTIFICATIVA
A prática do Bullying, tornou-se algo comum nos espaços educacionais, provocando cada vez mais atitudes violentas, tantos dos agressores, como das vitimas.
Discutir as questões ligadas a prática do bullying com toda a comunidade escolar, é importante, pois, proporciona a reflexão e evita que novos casos de bullying ocorra nas unidades escolares. Este projeto pretende atuar, tonto com os alunos, como pais e responsáveis, buscando medidas educativas que combatam as ações de violência na escola.
A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. “O fato de ter conseqüências trágicas – como mortes e suicídios – e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema”, aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil
OBJETIVO GERAL
Pesquisar e refletir sobre as causas e conseqüências do bullying, tomando como partida as narrativas de alunos, professores, pais e responsáveis.
Objetivos Específicos
  • Discutir com os alunos as principais causas de bullying.
  • Refletir sobre a necessidade de desenvolvermos ações educativas contra o bullying na unidade escolar.
  • Aplicar atividades orais e escritas que estimulem a reflexão sobre as práticas de violência no espaço escolar.
  •  Discutir o respeito as diferenças no espaço escolar.
  • Construir uma proposta de regras de convivência e contra o bullying na unidade escolar.

METODOLOGIA

Este projeto será desenvolvido através de leituras, discussão de textos, trabalhos em grupos, proporcionando uma reflexividade sobre as causas e conseqüências do Bullying. Também serão  utilizada as seguintes estratégias metodológicas:

CLIENTELA

Alunos, professores e toda a comunidade escolar.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying – Como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2ª edição. Campinas SP: Veros Editora, 2005.

PEREIRA, Beatriz Oliveira. Para uma Escola sem violência: estudo e prevenção das práticas agressivas entre crianças. Edição: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.

Sites para Leitura complemetar.
http://www.webartigos.com/articles/7301/1/Bullying/pagina1.html#ixzz1LIgYu3qx

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-escola-494973.shtml

http://www.observatoriodainfancia.com.br/ 

Obs: Elabore um cronograma com as datas e as atividades que serão realizadas. Mobilize toda a escola para aplicação deste projeto. Convite os alunos a criarem cartazes outdoor, links, postagens e etc.

Sucesso e não deixe de me enviar um e-mail contando-me como foi apresentação dos filmes e a aplicação do projeto.

Material Didático Sobre Bullying: Observatório da Infancia

Tem um site que encontrei, que tem muitas informações sobre Bullying.O Observatório da Infância, a história do Observatório da Infância se confunde, se entrelaça e se relaciona intimamente com a história da ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência), organização não governamental, idealizada pelo pediatra Lauro Monteiro e fundada no Rio de Janeiro em 1988.

No Site do Observatório você encontrará informações para o desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos sobre bullying e violência no espaço escolar.

1. O que é bullying?
 
É uma situação que ocorre sobretudo, mas não apenas, nas escolas, caracterizada por atos agressivos, repetitivos e deliberados de alguns alunos contra um ou mais colegas.
2. Quando o senhor começou a se inteirar do tema bullying?
 
No ano 2000. Em 2001 e 2002 visitei instituições especializadas em Londres, em Paris e em Bordeaux. Trouxe muito material e muitas informações. Em 2002 e início de 2003, com o apoio da Petrobras e do IBOPE, conseguimos introduzir o assunto bullying em várias escolas do Rio. Uma extensa pesquisa foi feita e um livro publicado. Desde então temos divulgado o tema em escolas e na mídia.
3. Bullying é uma palavra da língua inglesa. Não é possível traduzir?
 
A palavra bullying é muito forte e concisa. Ainda não temos em português uma palavra capaz de resumir e englobar tão bem como a palavra bullying as diversas formas de agressividade. Quando iniciamos no Brasil o nosso trabalho com o bullying em 2001, achávamos que haveria problemas. Vemos hoje  que o termo bullying já está inserido no cotidiano de muitas escolas, da mídia, da sociedade em geral.
4. O bullying ocorre em que segmentos da sociedade?
 
As pesquisas efetuadas, inclusive no Brasil, mostram que o bullying ocorre em qualquer escola, independente de condições sociais e econômicas dos alunos.
5. Que tipo de atos agressivos são praticados?
 
As atitudes mais comuns são de ofensas verbais, humilhações, exclusão, discriminação, mas também podem envolver agressões físicas e sexuais. Apelidos ofensivos é a principal queixa dos alunos-alvo. Duas situações freqüentes nas pesquisas européias ainda são pouco citadas entre nós – a homofobia é uma e a outra é o “cobrar pedágio”, extorquindo dinheiro do lanche, por exemplo.
6. Quem participa do bullying nas escolas?
 
Os alunos-alvo (que sofrem o bullying), os alunos-autores (que praticam o bullying) e os alunos testemunhas silenciosas (que assistem aos atos de bullying, sem nada fazer).
7. O bullying é um fenômeno que só ocorre nas escolas?
 
Não. O bullying ocorre também, por exemplo no ambiente de trabalho (workplace bullying, ou assédio moral, como vem sendo chamado no Brasil). Esta situação é frequente e tem gerado pedidos milionários de indenizações em muitos países. Ocorre também através da internet, cada vez com mais freqüência (cyber bullying) ou através do telefone celular (mobile bullying). Já há no mundo inteiro muitos trabalhos  e pesquisas a respeito.
8. O bullying é um fenômeno moderno?
 
Não, mas apenas agora vem sendo reconhecido como causador de danos e merecedor de medidas especiais para sua prevenção e enfrentamento.
9. Que tipo de danos pode causar o bullying?
 
A vítima pode apresentar baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento social e no desenvolvimento escolar, fobia escolar, tristeza, depressão, podendo chegar ao suicídio e a atos de violência extrema contra a escola. Já os autores podem se considerar realizados e reconhecidos pelos seus colegas pelos atos de violência e poderão levar para a vida adulta o comportamento agressivo e violento. As testemunhas silenciosas também sofrem, pela sua omissão e falta de coleguismo. Muitos sentem-se culpados por toda a vida.
10. Como suspeitar que uma criança está sofrendo bullying na escola?
 
Rejeitar a escola, pedir para mudar de sala de aula, queda no rendimento escolar, passar a apresentar sinais de somatizações (diarréia, vômitos, dores abdominais, asma, insônia e pesadelos), e problemas emocionais (como tristeza, depressão) ou sociais (como isolamento e não participação em atividades de grupo). Os pais devem estar sempre atentos para a possibilidade do seu filho estar sofrendo bullying. Acompanhar a socialização  da criança é tão, ou mais, importante quanto tomar conhecimento do seu aproveitamento escolar. Uma boa dica é convidar para irem à sua casa os colegas da escola.
11. O que fazer para combater o bullying?
 
O primeiro passo é o reconhecimento pela sociedade, pelos pais e sobretudo pelas escolas de que o bullying existe, é danoso e não pode ser admitido. À escola cabe a responsabilidade maior de envolver todos seus membros na não aceitação do bullying privilegiando a prevenção. Diante de casos ocorrido, à escola compete reunir todos os participantes e as famílias. Os pais e os alunos têm que obrigatoriamente participar.
12. E então o que os pais devem fazer?
 
Incentivar o filho a falar, ir à escola e buscar uma solução que envolva toda a comunidade escolar. É lógico que isso só será possível se a escola tiver como lema a não aceitação do bullying. É bom lembrar que o bullying ocorre em todas as escolas. Diz-se que a escola que afirma que lá não ocorre o bullying é provavelmente aquela onde há mais situações de bullying, porque nada fazem para prevenir e reprimir.
13. O bullying está sendo enfrentado amplamente no Brasil?
 
Não. Muito timidamente. A discussão do assunto mesmo em outros países é relativamente nova – pouco mais de 15 ou 20 anos. No Brasil ainda estamos começando a enfrentar o problema.
14. Os atos de violência praticados por adolescentes têm alguma relação com o bullying?
 
Não diretamente. Contudo o comportamento agressivo de adolescentes tem sua origem na infância. Modelos agressivos de solução de conflitos ou problemas, são muitas vezes passados aos filhos pelos próprios pais. Valores como direitos iguais, cidadania, respeito ao próximo, frequentemente não são observados dentro da família. Adolescentes que sofreram violência na família, ou presenciaram atos de violência entre os pais, podem ter condutas agressivas na escola e na vida adulta.
15. Ao escolher uma escola para seus filhos os pais devem considerar a questão do bullying?
Sim. Uma escola que não conhece o assunto, que não desenvolve programas a partir do princípio “Nesta escola não se aceita o bullying”, ou que afirma que o bullying lá nunca ocorreu, certamente não é uma boa escola. Evite-a.

 

O Diário de Davi Satil: uma Vítima de Bullying

Não sei o que acontece, as vezes me acho diferente dos meus colegas,  queria sumir,  me esconder dentro de um baú, e de lá não sair tão cedo, sinto uma dor, e doi mais quando penso, que amanhã terei que voltar lá outra vez e encontrarei aqueles meninos. As vezes eu me sinto tão só, mesmo tendo muita gente por perto de mim. Fico com medo de chegar na escola, pegar o transporte e ter que ouvir aquelas palavras.Tudo isso é tão doloroso, que parece que estão espremendo o meu coração…fico sem letras e palavras para escrever.

Minha mãe, diz que eu tenho que falar tudo para ela, mas para quê falar? Preciso de ajuda querido diário. Ela não tem tempo para mim. Como um menino de 13 anos, fica assim? Tristonho, moribundo e com medo.Se eu fosse forte e alto, quem sabe as coisas seriam diferentes. Sou meio gordinho e o médico diz que tenho que fazer regime. Regime é uma lista enorme de coisas que te proibem de comer. Eu não como muito, só gosto de chocolate, torna de maçã, refrigerante, e minha sobremesa preferida é pudim.Na lista do regime, sou proibido de comer tudo isso.

Na semana passada, o Pedro e o Daniel tomaram meu lanche.Fiquei com tanta raiva, que se eu pudesse fazia eles sumirem no mapa. Mas tem também as gêmeas lá da sala, que ficam me chamando de Baleia Orca, eu até fui no Google ver como era essa tal Orca, e não acho que pareço muito com elas não.As Orcas são chamadas de baleias assassinas e chegam a pesar nove toneladas. Eu só peso 78 quilos, é pouco considerado o peso das Orcas.

Já pedir para a minha mãe, me tirar desta escola, mas fico com medo de na outra escola,  tudo se repetir,  e tem uma outra coisa, gosto muito da professora e no recreio, pois  vou sempre para a sala de leitura e fico lá, pelo menos ninguém fica me perturbando.Queria ser diferente do que sou, quem sabe assim eles me aceitariam. O João é o único que não me provoca, ele é meu melhor amigo. Ser diferente é errado? O que faço para que eles parem de me perseguir? A professora as vezes ver tudo o que acontece, reclama e fala com todo mundo, mas no outro dia começa tudo de novo.Não posso ficar chorando assim.

Já inventei que estava me sentido mal para não ir à escola, sei que isso é errado, mas o que faço?  Fico desanimado, e vejo que se a situação agravar, não irei ser  mas advogado, pois tirei uma nota ruim em matemática, pois estava chateado. Os meninos logo na chegada me perguntaram  sobre o lanche de  hoje.Qual seria o cardápio? Um dia eles me pagam, quando eu for advogado, eles vão ver.

Já olhei tudo, para ser advogado eu tenho que fazer uma prova  chamada de vestibular. Caso eu passe vou ingressar na Faculdade de Direito. Vamos ver se com as leis eles vão brincar. Já até sonhei com tudo isso.Pensar que eles vão ser punidos me alegra.

Mas sabe de uma coisa? Amanhã irei entregar esta folha do diário a professora e pedir para ela só ler quando chegar em casa.Ela pode me ajudar a ser advogado, e prender logo todo mundo que me faz, me sentir tão diferente e triste assim.Sei que vai doer, mas não se preocupe, a folha vai e volta, desta forma continuaremos amigos.

Ps: Prezada professora, favor após a leitura me devolver a página do diário, ele vai agradecer.

Ps 2: Não conte para ninguém o que esta escrito aqui. São minhas histórias. Posso confiar em você? 

Ps 3: Você me acha parecido com uma Orca? Tem mais coisas, muito mais, mas o meu diário ficaria triste se as outras páginas tiverem que sair dele.

Silvano Sulzart